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Deracre inicia manutenção na pista de pouso do aeródromo de Feijó

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O governo do Acre, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem, Infraestrutura Hidroviária e Aeroportuária (Deracre), iniciou nesta terça-feira, 10, serviços de manutenção na pista de pouso do aeródromo de Feijó. As intervenções incluem nivelamento da pista, correção de pontos desgastados e recomposição da superfície de pouso, com o objetivo de garantir mais segurança às operações aéreas no município.

Durante a execução dos trabalhos, o aeródromo opera com horários temporários definidos por meio de Notam (Notice to Airmen), aviso oficial da aviação civil que informa pilotos e operadores sobre alterações nas condições de funcionamento dos aeródromos.

Em Feijó, as operações aéreas estão autorizadas das 6h às 13h, no período de 3 a 31 de março, para permitir a realização das intervenções com segurança.

A presidente do Deracre, Sula Ximenes, acompanhou de perto a execução dos serviços e destacou a importância da manutenção para o funcionamento seguro do aeródromo.

“A manutenção na pista é essencial, pois precisamos garantir a segurança nos pousos e decolagens, assegurando melhores condições para quem utiliza o aeródromo de Feijó”, afirmou.

As equipes executam serviços de reenquadramento dos pontos danificados, retirada e limpeza do pavimento comprometido, impermeabilização da base, além da aplicação e compactação de nova massa asfáltica.

Os trabalhos fazem parte das ações do Deracre voltadas à manutenção da infraestrutura aeroportuária do estado, contribuindo para melhorar a mobilidade aérea e fortalecer a integração entre os municípios acreanos.

Com investimento de mais de 34 milhões aeronave Caravan reforça resgate aéreo no Acre

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O governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e do Corpo de Bombeiros, realizou nesta terça-feira, 10, a demonstração das especificações técnicas da aeronave Caravan para agentes de segurança e autoridades.

Com um investimento superior a R$ 34 milhões, a aeronave é equipada com quatro Unidades de Terapia Intensiva (UTI) — duas adultas e duas neonatais, e pode operar duas delas simultaneamente. O novo recurso reúne segurança, tecnologia e eficiência, ampliando a capacidade de atendimento à população.

O secretário de Estado de Justiça e Segurança Pública, José Américo Gaia, ressaltou que a aquisição reforça o atendimento aos cidadãos acreanos. “Vale ressaltar que esta foi uma iniciativa do nosso comandante do Corpo de Bombeiros e vem para somar esforços com o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer)”, afirmou.

“Essa aeronave representa um grande ganho para a segurança pública e para a saúde do estado. Diferentemente das outras que já possuímos, ela tem maior capacidade, o que permite transportar mais equipes e apoiar missões aeromédicas. Com isso, o Estado amplia a capacidade de atendimento, inclusive nas regiões mais distantes do Acre”, destacou o coordenador do Ciopaer e secretário adjunto de Segurança, Evandro Bezerra.

O comandante do Corpo de Bombeiros, Charles Santos, reiterou a importância do momento: “Este é um sonho realizado que se iniciou em 2022 e agora se concretiza para servir à população do Acre, potencializando as ferramentas do sistema de segurança”.

 

Polícia prende homem que se passava por advogado e aplicava golpes no Acre

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A Polícia Civil do Acre (PCAC), por meio da Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), realizou na última terça-feira, 10, a prisão em flagrante de J. S. N., investigado por aplicar o golpe conhecido como “falso advogado”, modalidade de fraude eletrônica praticada por meio do aplicativo WhatsApp. A ação contou com apoio da Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), por intermédio da 2ª Seccional da Região Metropolitana de Maracanaú.

De acordo com as investigações, o suspeito se passava por advogado e entrava em contato com vítimas que possuíam processos judiciais em andamento. Durante as conversas, ele induzia as vítimas ao erro ao prometer suposta liberação de valores ou andamento processual, com o objetivo de obter vantagem financeira ilícita.

A prisão foi possível após o intercâmbio de informações entre as equipes da DRCC da Polícia Civil do Acre e da Polícia Civil do Ceará, que resultou na identificação do investigado e na realização da abordagem policial no município de Maracanaú.

Durante o cumprimento das diligências, os policiais apreenderam um notebook, seis aparelhos celulares e mais de uma dezena de chips telefônicos. Os materiais serão submetidos à análise técnica e poderão contribuir para a identificação de outras vítimas e possíveis comparsas envolvidos na prática criminosa.

O investigado foi autuado em flagrante pela prática, em tese, dos crimes de estelionato tentado mediante fraude eletrônica, em continuidade delitiva, e desobediência, previstos no artigo 171, § 2º-A, combinado com o artigo 14, inciso II, na forma do artigo 71, além do artigo 330 do Código Penal.

De acordo com o delegado titular da DRCC, Eustáquio Nomerg, destacou a importância da cooperação entre as polícias civis para o enfrentamento aos crimes cibernéticos. “Essa prisão demonstra a eficiência da integração entre as polícias civis de diferentes estados no combate aos crimes praticados no ambiente digital. O golpe do falso advogado tem feito diversas vítimas em todo o país, e a Polícia Civil do Acre tem intensificado as investigações para identificar e responsabilizar os autores. A análise dos materiais apreendidos poderá revelar outras vítimas e possíveis integrantes do esquema criminoso”, afirmou.

Após a realização dos procedimentos legais, o suspeito foi colocado à disposição da Justiça.

Com informações Ascom Polícia Civil do Acre

 

Poder Judiciário do Acre se destaca no país pela rapidez processual e pelo alcance ao cidadão

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Resultados refletem gestão comprometida, investimentos em modernização e atuação de magistrados e servidores em todo o estado

Mesmo sendo considerado um tribunal de pequeno porte dentro da estrutura do Judiciário brasileiro, o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) vem alcançando resultados expressivos em eficiência e produtividade. Os dados mais recentes do relatório Justiça em Números 2025, principal levantamento estatístico do Poder Judiciário nacional, demonstram que o estado tem conseguido reduzir prazos, ampliar a conciliação e dar respostas mais rápidas à sociedade no ano de 2024. O desempenho reflete uma gestão voltada ao planejamento, à modernização e ao compromisso institucional de superar desafios históricos de infraestrutura e distância geográfica.

Publicado anualmente pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde 2004, o relatório reúne indicadores sobre estrutura, litigiosidade e desempenho dos tribunais de todo o país. Dentro desse panorama nacional, o Acre aparece em posições de destaque em diferentes métricas, demonstrando que tamanho institucional não é necessariamente determinante para a eficiência na prestação jurisdicional.

Rapidez na tramitação de processos

Um dos indicadores que mais chama atenção é o tempo médio de julgamento das ações. No Tribunal de Justiça do Acre, o prazo médio entre o início do processo e o primeiro julgamento é de 381 dias, posicionando o tribunal como o 5º mais rápido do país, entre os tribunais de pequeno porte. Em comparação com outros tribunais brasileiros, que chegam a registrar até 1.483 dias para a mesma etapa, o desempenho demonstra significativa celeridade processual.

Nos Juizados Especiais, a eficiência também se destaca. O Acre ocupa o 6º lugar no país no tempo médio de duração dos processos, evidenciando rapidez na resolução de conflitos de menor complexidade, que representam grande parte das demandas judiciais.

Outro dado relevante é o tempo médio para julgamento de processos no 2º Grau de Jurisdição, que no estado ocorre em aproximadamente 4 meses, demonstrando agilidade também nas instâncias recursais.

Conciliação como política de pacificação social

Os dados do relatório também evidenciam o investimento do Judiciário acreano na solução consensual de conflitos, estratégia que reduz a judicialização prolongada e promove acordos mais rápidos entre as partes.

Na Justiça Comum, o Acre ocupa o 3º lugar nacional no índice de conciliações. Já nos Juizados Especiais, o tribunal aparece entre os primeiros colocados do país, ocupando o 4º lugar, evidenciando uma atuação voltada à pacificação social e à resolução eficiente das demandas.

A valorização dessas práticas contribui diretamente para reduzir o tempo de tramitação dos processos e fortalecer uma cultura de resolução de conflitos baseada no diálogo e na cooperação entre as partes.

Produtividade acima da média nacional

Outro indicador positivo é o Índice de Atendimento à Demanda (IAD), que mede a capacidade do Judiciário de julgar processos em volume igual ou superior ao que ingressa.

No Acre, o índice alcançou 106,48%, posicionando o tribunal no 9º lugar nacional. Isso significa que o TJAC conseguiu julgar mais processos do que recebeu no período analisado, reduzindo o estoque acumulado de ações.

Esse desempenho também se reflete no chamado Giro de Acervo, indicador que mede quanto tempo o tribunal levaria para zerar o estoque de processos caso nenhum novo caso fosse recebido. No TJAC, o tempo estimado é de 1 ano e 3 meses, o que coloca o tribunal na 5ª posição nacional nesse indicador. Em tribunais maiores, esse prazo chega a 3 anos e 2 meses.

Outro indicador relevante é a taxa de congestionamento. No Acre, o índice é de 55%, o que coloca o tribunal na 7ª posição entre os tribunais estaduais de todo o país.

Eficiência e produtividade

A produtividade do Judiciário acreano também aparece no Índice de Produtividade Comparada da Justiça (IPC-Jus), indicador que avalia a eficiência dos tribunais ao relacionar produção judicial com os recursos disponíveis, como orçamento, magistrados e servidores. Nesse ranking nacional, somamos 50 pontos, elevando o Acre a 9ª posição nacional, evidenciando a capacidade de entregar resultados relevantes mesmo com estrutura mais enxuta.

Quando se analisa a produtividade, também é importante considerar as características do acervo processual. No Acre, os magistrados lidam com cerca de 1.200 processos por juiz, o que indica um acervo mais jovem e fluxo processual menor em comparação com tribunais de maior porte.

Em estados mais populosos, há magistrados que chegam a lidar com até 15 mil processos, muitas vezes com acervos mais antigos, o que impacta diretamente indicadores de julgamento e produtividade.

Mesmo nesse cenário de diferenças estruturais entre tribunais, o TJAC alcançou pontuação máxima no Selo Ouro do CNJ, com 84,3%, reconhecimento que confirma o desempenho institucional e o compromisso com a eficiência judicial.

Justiça mais rápida também em casos sensíveis

Outro dado que merece destaque está relacionado à tramitação de processos envolvendo violência contra a mulher. No TJAC, o tempo médio de tramitação desses casos é de 266 dias, número significativamente menor do que em tribunais de grande porte, onde a média chega a 400 dias.

O resultado demonstra maior rapidez na resposta judicial a situações sensíveis e de grande impacto social, reforçando o compromisso institucional com a proteção das vítimas e com a efetividade da Lei Maria da Penha.

Desafios da Amazônia e compromisso institucional

Outro dado importante do Judiciário acreano é o tempo de análise e concessão das medidas protetivas. Enquanto o prazo considerado adequado pelo Conselho Nacional de Justiça é de até dois dias para a apreciação desses pedidos, no Acre esse tempo é significativamente menor: as decisões têm sido proferidas, em média, em 0,71 dia, ou seja, em menos de 24 horas.

Os resultados ganham ainda mais relevância quando se considera a realidade geográfica do estado. O Acre possui municípios de difícil acesso, com longas distâncias, ramais precários e comunidades que permanecem isoladas durante parte do ano, especialmente no período de chuvas.

Mesmo diante dessas dificuldades logísticas, o Tribunal de Justiça do Acre mantém presença em todo o território estadual e consegue garantir acesso à Justiça para populações urbanas, rurais e comunidades mais distantes.

Os indicadores do relatório Justiça em Números demonstram que o TJAC mantém desempenho consistente em celeridade, conciliação e gestão processual. Mais do que estatísticas, os números representam processos resolvidos com maior rapidez, conflitos solucionados e cidadãos que recebem respostas mais ágeis da Justiça, resultado de uma atuação institucional comprometida com a eficiência e com a prestação jurisdicional de qualidade.

Ascom TJAC

Vereador João Paulo repudia demissões em massa na Ricco Transportes após denúncias de trabalhadores

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O vereador de Rio Branco João Paulo Silva (Podemos) publicou nesta quarta-feira, 11, uma nota de repúdio após denúncias de demissões em massa de motoristas da empresa Ricco Transportes, responsável atualmente pela operação do transporte coletivo na capital acreana.

Na manifestação divulgada nas redes sociais, o parlamentar afirma que recebeu com preocupação os relatos de desligamentos ocorridos após uma paralisação de advertência realizada em fevereiro deste ano. Segundo o vereador, trabalhadores relataram que, após o movimento, diversos profissionais teriam sido dispensados da empresa, situação que gerou apreensão entre os motoristas.

Na nota, João Paulo declara que qualquer forma de retaliação contra trabalhadores que reivindicam melhores condições de trabalho é inaceitável e defende que as denúncias sejam apuradas com responsabilidade para garantir o respeito aos direitos dos profissionais da categoria.

O vereador também afirmou que está acompanhando o caso e destacou a importância do diálogo entre as partes envolvidas. Ele ressaltou ainda que os motoristas prestam um serviço essencial à população, defendendo que decisões relacionadas ao setor não prejudiquem injustamente os trabalhadores.

A Ricco Transportes é atualmente a empresa responsável pela operação do transporte coletivo urbano de Rio Branco. Na última segunda-feira, 9, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, anunciou o lançamento de um novo processo licitatório para o transporte coletivo da capital, com valor global estimado em mais de R$ 1 bilhão.

Com 452 casos, Acre está entre os estados com maiores taxas de estupro de vulneráveis

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O Brasil contabilizou 57.329 casos de estupro de vulnerável em 2025. A média diária chegou a 157 registros. A região Norte concentrou os maiores índices do crime no país, com cerca de 25 ocorrências por dia. O Acre está entre os estados com as maiores taxas de estupro de vulneráveis, segundo levantamento publicado na segunda-feira (6), baseado em dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

De acordo com o levantamento, a região Norte lidera o ranking nacional, com taxa de 50,3 ocorrências por 100 mil habitantes, índice significativamente superior ao de outras regiões do país.

Ainda segundo o estudo, o Acre registrou um total de 452 casos de estupro de vulnerável em 2025, colocando-o entre os estados com maiores taxas de abusos sexuais de vulneráveis por 100 mil habitantes.

O Código Penal brasileiro tipifica estupro de vulnerável como a prática de “conjunção carnal ou outro ato libidinoso” com pessoas incapazes de consentir.

São considerados vulneráveis os menores de 14 anos e os indivíduos que não conseguem, por doença ou deficiência mental, compreender e consentir o ato. A classificação inclui também pessoas sob qualquer condição que comprometa a capacidade de oferecer resistência.

Procurado pela reportagem, o governo do Acre afirmou que tem trabalhado políticas públicas de combate à violência contra mulher.

“O governo reafirma seu compromisso permanente com a prevenção, repressão e conscientização no combate aos estupros de vulneráveis e às violências contra crianças, mulheres e idosos, atuando de maneira integrada, contínua e durante todo o ano em todo o estado”;…

 

Acre publica edital para escolher representantes da sociedade civil na Conferência Estadual ODS

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O Governo do Acre publicou em edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE) de terça-feira, 10, o Edital de Chamamento Público nº 01/2026, que abre processo de seleção para representantes de organizações da sociedade civil interessados em integrar a Comissão Organizadora Estadual da 1ª Conferência Estadual dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

CONFIRA O EDITAL AQUI

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado da Casa Civil (SECC) e tem como objetivo formar um colegiado responsável por organizar a etapa estadual da conferência, que integra a preparação para a 1ª Conferência Nacional para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

De acordo com o edital, podem participar organizações da sociedade civil, entidades e movimentos sociais que atuem no Estado do Acre. A proposta é garantir a participação da sociedade civil na organização do evento, assegurando equilíbrio entre representantes do poder público e da sociedade.

O documento estabelece que a composição da comissão deverá respeitar critérios de representatividade, incluindo paridade entre poder público e sociedade civil, paridade de gênero, diversidade étnico-racial, diversidade de identidade de gênero e orientação sexual, além da participação de pessoas com deficiência.

A conferência estadual terá como tema central “A Agenda 2030 no Brasil: Fortalecer a Democracia e Defender os Direitos Humanos para a construção coletiva de um novo modelo de desenvolvimento sustentável”.

Durante o evento, os debates serão organizados em diferentes eixos temáticos, entre eles democracia e instituições fortes, sustentabilidade ambiental, inclusão social e combate às desigualdades, inovação tecnológica para o desenvolvimento sustentável, governança participativa e colaboração multissetorial.

As discussões resultarão na formulação de propostas e na eleição da delegação que representará o Acre na etapa nacional da conferência.

Advogada denuncia ameaças de suposto integrante de facção no Acre: “De defensora, passei a ser alvo”

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A advogada Marina Belandi utilizou as redes sociais na noite de terça-feira, 10, para relatar ameaças e ataques sofridos durante o exercício de sua profissão. O caso motivou a emissão de uma nota oficial de repúdio pela Seccional Acre da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/AC).

De acordo com o relato da profissional, as intimidações ocorreram enquanto ela prestava assistência a uma cliente em uma delegacia. A cliente buscava auxílio estatal após meses de extorsão e ameaças. Segundo Marina, o agressor manteve o envio de mensagens e ligações mesmo na presença de autoridades policiais.

Ao assumir a interlocução técnica do caso, a advogada relatou ter sido alvo de ameaças diretas, incluindo a menção ao seu endereço residencial pelo agressor. O relato aponta ainda a ocorrência de ataques de gênero, com a exigência de que a negociação fosse conduzida por um homem e o questionamento da capacidade técnica da profissional, além de desafio às instituições, visto que o autor das mensagens afirmou pertencer a uma organização criminosa e declarou não temer as autoridades.

“A linha que separava a advogada da vítima foi rompida. De defensora, passei a ser alvo”, desabafou Marina em seu texto, ressaltando que o ataque é uma tentativa de silenciamento contra as mulheres que ocupam espaços de poder e defesa.

Em um vídeo compartilhado por Marina, o agressor não se intimida em professar retaliações contra a advogada. “Não tenho medo de nada, estou para matar ou morrer”, diz o homem no áudio.

Apesar da gravidade das ameaças, Marina Belandi encerrou seu manifesto com um tom de resistência, cobrando que a rede de proteção às advogadas seja efetiva e compreenda as nuances de gênero envolvidas na violência. “Apesar da gravidade das ameaças, Marina Belandi encerrou seu manifesto com um tom de resistência, cobrando que a rede de proteção às advogadas seja efetiva e compreenda as nuances de gênero envolvidas na violência”.

O caso agora segue sob acompanhamento da Comissão de Prerrogativas da OAB/AC, que reforçou a importância de que qualquer advogado ou advogada que sofra intimidações denuncie imediatamente o ocorrido à Ordem.

Com informações A Gazeta do Acre

Ex-goleiro Bruno é considerado foragido pela Justiça após viajar para o Acre

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Após perder a liberdade condicional, o ex-goleiro Bruno Fernandes das Dores de Souza, conhecido como goleiro Bruno, passou a ser considerado foragido. A informação foi confirmada à CNN Brasil pelo (TJRJ) Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro nesta terça-feira (10).

A decisão foi tomada na quinta-feira (5) pela Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro, que também expediu um mandado de prisão com validade de 16 anos.

Segundo a decisão, Bruno descumpriu uma das condições impostas para o livramento condicional ao deixar o estado do Rio de Janeiro sem autorização da Justiça.

De acordo com o processo, o ex-atleta viajou para o estado do Acre no dia 15 de fevereiro, apenas quatro dias após a concessão do benefício. A medida contrariou a determinação judicial que estabelecia que ele não poderia se ausentar do estado sem autorização prévia do Juízo da Execução Penal.

A viagem de Bruno ao Acre tem relação com seu retorno aos gramados. No dia 15 de fevereiro, ele chegou ao estado para reforçar o Vasco-AC. Ele foi regularizado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF três dias depois.

O elenco do time em questão homenageou três dos quatro atletas presos por suspeita de estupro coletivo de duas mulheres dentro do alojamento do time.

Na decisão, o juiz Rafael Estrela Nóbrega afirmou que a conduta demonstra descaso com as condições impostas para o cumprimento do benefício.

Governo do Acre abre chamamento para fortalecer piscicultura no Vale do Juruá

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O governo do Acre abriu um chamamento público para selecionar uma organização da sociedade civil que ficará responsável por executar projetos voltados ao fortalecimento da piscicultura na região do Vale do Juruá. A iniciativa será conduzida pela Secretaria de Estado de Agricultura (Seagri).

A proposta prevê a celebração de um acordo de cooperação para que a entidade selecionada utilize e opere uma fábrica de gelo pertencente ao Estado. O equipamento deverá ser utilizado para apoiar a conservação, o beneficiamento e a comercialização de pescado produzido por piscicultores da região.

De acordo com o edital, a parceria não prevê repasse direto de recursos financeiros. A organização escolhida ficará responsável pela gestão e operacionalização da estrutura, garantindo que o equipamento atenda produtores locais e contribua para melhorar a cadeia produtiva da atividade.

Entre os objetivos da iniciativa estão ampliar a capacidade de conservação do pescado, reduzir perdas após a produção e fortalecer a logística de comercialização. O governo também espera estimular o desenvolvimento econômico regional e incentivar práticas de gestão sustentável entre produtores.

Segundo a Secretaria de Agricultura, a piscicultura é considerada uma atividade estratégica para comunidades rurais do Vale do Juruá, especialmente para pequenos produtores. A falta de infraestrutura adequada para armazenar e transportar o pescado, no entanto, ainda é apontada como um dos principais desafios para ampliar a produção e melhorar a competitividade no mercado.

Podem participar do processo organizações da sociedade civil com pelo menos dois anos de existência e experiência comprovada em atividades relacionadas ao objeto da parceria. As entidades interessadas deverão apresentar propostas na forma de plano de trabalho, com descrição das ações, metas e cronograma de execução.

Após a publicação do edital, as organizações terão prazo de 30 dias para enviar suas propostas. As iniciativas serão analisadas por uma comissão de seleção, que avaliará critérios como viabilidade do projeto, adequação à realidade da região, capacidade técnica da entidade e sustentabilidade da proposta.

Ao final do processo, apenas uma organização será escolhida para firmar o acordo de cooperação com o governo estadual e assumir a operação da fábrica de gelo destinada a apoiar os piscicultores do Vale do Juruá.