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Mulher é enganada, sequestrada e agredida pelo ex-marido em Rio Branco

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Foto: Ac24horas

Uma mulher de 43 anos foi sequestrada e agredida pelo ex-marido na madrugada desta quinta-feira (19), em Rio Branco. Mesmo ferida, ela conseguiu fugir do cativeiro e chegar até a própria casa, na invasão da Sapolândia, no bairro Hélio Melo.

Segundo relato da vítima à polícia, ela saía da escola e aguardava o ônibus quando o ex-companheiro se aproximou em um carro. Ele afirmou que os filhos haviam sido sequestrados e a obrigou a entrar no veículo.

A mulher foi levada até a região da Vila Custódio Freire, às margens da BR-364, onde foi agredida com um cabo de enxada nas costas e com socos no rosto. As agressões provocaram corte, fratura no nariz e diversos hematomas pelo corpo. Em seguida, ela foi mantida em cárcere privado.

Durante a madrugada, a vítima conseguiu escapar e retornar para casa, onde pediu ajuda.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e enviou uma ambulância de suporte básico. Após os primeiros atendimentos, a mulher foi encaminhada ao pronto-socorro de Rio Branco, em estado de saúde estável.

A Polícia Militar esteve na unidade de saúde, colheu informações e registrou a ocorrência. O suspeito não foi localizado.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

“Banco Master é ovo da serpente de Bolsonaro e de Campos Neto”, diz Lula

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Foto: BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que o caso do Banco Master é o “ovo da serpente” do ex-presidente Jair Bolsonaro e Roberto Campos Neto, ex-presidente do Banco Central. A declaração foi feita nesta quinta-feira (19) em evento do PT (Partido dos Trabalhadores), em São Paulo.

“Eles estão tentando empurrar nas nossas costas esse Banco Master. Isso é obra de Bolsonaro e Roberto Campos Neto”, afirmou o presidente. “Esse banco nasceu em 2019. Todas as falcatruas foram feitas por eles, temos que denunciar”, completou.

“Nós não deixaremos pedra sobre pedra para a gente apurar tudo o que fizeram dando um roubo de 50 bilhões neste país. Se a gente não tomar cuidado, vão tentar dizer que somos nós”, afirmou Lula.

O presidente também afirmou que terá uma postura mais agressiva este ano. “Não tem mais como ser o Lulinha paz e amor, não quero ser Lulinha paz e ódio, mas não podemos deixar botarem ‘cangaia’ nas nossas costas”, disse o mandatário.

No evento, o PT anunciou Fernando Haddad como candidato ao governo do estado de São Paulo nas eleições de 2026. Lula também confirmou a sua candidatura à reeleição.

CNN Brasil

PRF recupera motocicleta roubada após acidente na BR-364 em Cruzeiro do Sul

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Na madrugada desta quarta-feira (18), a Polícia Rodoviária Federal (PRF) recuperou uma motocicleta com registro de roubo após o condutor se envolver em um sinistro de trânsito no KM 676 da BR-364, nas proximidades do bairro Liberdade.

Atendimento e Constatação

A equipe foi acionada para atender uma ocorrência de acidente envolvendo uma motocicleta Honda CG 160 de cor preta. O condutor, que havia sido socorrido inconsciente e encaminhado a uma unidade de saúde local por equipes de emergência, foi identificado pelos policiais após diligências.

Ao consultarem os sistemas integrados, os agentes verificaram que o veículo possuía uma restrição de roubo, ocorrido poucas horas antes, na tarde de terça-feira (17), no município de Cruzeiro do Sul. Na ocasião, a vítima havia sido abordada por um indivíduo armado.

Procedimentos Legais

No hospital, após receber alta médica, o envolvido confirmou que estava na posse do veículo no momento do acidente. Diante das evidências e da confirmação do ilícito, o indivíduo foi detido e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil de Cruzeiro do Sul para os procedimentos cabíveis. A motocicleta, juntamente com os pertences, foi entregue à autoridade policial para posterior restituição ao proprietário.

PRF: Vigilância constante e compromisso inabalável com a segurança pública, 24 horas por dia, em todos os caminhos do Brasil.

Ascom PRF

MPF cobra urgência no combate de pistas clandestinas usadas pelo garimpo ilegal no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) reiterou o pedido para que a Justiça determine, em caráter de urgência, a criação de um Plano de Ação e Fiscalização voltado ao controle de pistas de pouso clandestinas usadas em garimpos ilegais na Amazônia. O MPF destaca que foram identificadas mais de mil pistas de pouso clandestinas na região. Além disso, aponta que a atuação de fiscalização e repressão ao uso de aeronaves pelo garimpo ilegal concentra-se quase exclusivamente em Roraima, enquanto Amazonas, Acre e Rondônia permanecem desprotegidos.

O pedido de urgência já havia sido apresentado em setembro de 2025, quando o MPF ajuizou ação civil pública com o objetivo de identificar, interditar e inutilizar aeródromos e pistas de pouso clandestinas usadas pelo garimpo ilegal na Amazônia Ocidental. A ação tem como réus a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a União, o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), a Fundação do Meio Ambiente e Recursos Hídricos de Roraima (Femarh) e o estado de Rondônia.

Nesse contexto, na manifestação apresentada nessa quarta-feira (18) à 7ª Vara Federal Ambiental e Agrária, o MPF analisou as defesas apresentadas pelos réus após audiência realizada em 3 de março de 2026. De acordo com o documento, nenhum órgão público conseguiu contestar os fatos do inquérito civil, além de os próprios dados confirmarem a piora do cenário.

Dados do Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam) já haviam identificado 844 aeródromos irregulares na Amazônia Ocidental, com crescimento de 12,68% em apenas um ano. Durante a audiência, a Anac revelou ter mapeado mais de 1.200 pistas clandestinas em toda a Amazônia, dado que até então não constava nos autos.

Omissão seletiva – O MPF destacou que, embora os órgãos públicos reconheçam a gravidade da situação, as medidas adotadas concentram-se predominantemente no estado de Roraima, especialmente na região da Terra Indígena Yanomami, deixando os estados do Amazonas, Acre e Rondônia com baixa cobertura de fiscalização.

A Aeronáutica informou que, entre 2022 e 2024, realizou 156 Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (Mpea), todas em Roraima, sem indicação de ações equivalentes nos demais estados.

No mesmo período, a Anac instaurou 94 processos sancionatórios nos quatro estados da Amazônia Ocidental no período de 2022 a 2024: 74 em Roraima, 11 no Amazonas, 5 em Rondônia e apenas 4 no Acre. Demonstrando que 78,7% da atuação sancionatória da agência reguladora concentrou-se em um único estado.

O Ibama, por sua vez, reconheceu que suas operações voltadas ao combate a aeródromos clandestinos se restringiram ao entorno das Terras Indígenas Yanomami e Munduruku, situadas em Roraima e no Pará. O órgão ainda chegou a afirmar que o garimpo no Amazonas e em Rondônia “usa muito pouco o modal aéreo”, afirmação contraditada pelos dados do Censipam e pelos inúmeros inquéritos policiais e ações penais em trâmite na região.

Atuação limitada – A manifestação do MPF também evidencia a atuação limitada das autoridades ambientais estaduais no enfrentamento do problema. A Femarh não lavrou autos de infração relacionados à construção ou operação de aeródromos clandestinos entre 2022 e 2024, apesar de Roraima ser o estado com maior incidência de operações federais.

Já o Ipaam abriu apenas dois procedimentos sancionatórios no período, ambos contra a mesma pessoa. Em Rondônia, foi registrado apenas um auto de infração, enquanto o Batalhão de Polícia Ambiental informou não possuir nenhuma ocorrência ou relatório de fiscalização para a área e o período investigados.

Transferência de responsabilidades – O MPF apontou, ainda, a existência de fragmentação e sobreposição de competências entre os órgãos envolvidos, com troca de responsabilidades entre si.

A Anac sustenta não possuir atribuição para a inutilização de pistas. Enquanto o Ibama e o ICMBio alegam ausência de meios operacionais, como equipamentos e insumos necessários, atribuindo responsabilidade às Forças Armadas. Os órgãos estaduais condicionam sua atuação ao apoio federal, enquanto a Aeronáutica mantém atuação concentrada em Roraima.

O MPF também apontou contradição na atuação do Ibama, que, em processo judicial anterior (nº 1000167-73.2022.4.01.4200), defendeu a inutilização de pistas como medida necessária ao enfrentamento do garimpo ilegal, enquanto nesta ação sustenta que a medida é inviável.

O MPF reitera sua disposição para a construção de solução consensual, desde que os réus apresentem proposta concreta, com definição de obrigações, metas mensuráveis e cronograma compatível com a urgência da situação.

Ascom MPF

MPF aciona Justiça para obrigar INSS a reformar agência em condições precárias no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação civil pública com pedido de urgência para obrigar o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) a reformar a Agência da Previdência Social de Rio Branco (AC), que funciona em condições consideradas precárias, insalubres e inseguras.

A ação foi proposta pelo procurador da República Lucas Costa Almeida Dias após inspeções técnicas e vistorias realizadas por diferentes órgãos públicos apontarem um cenário persistente de degradação estrutural, falhas sanitárias, ausência de acessibilidade e riscos à integridade de usuários e servidores.

Estrutura precária e riscos à saúde – De acordo com o MPF, a unidade apresenta problemas graves, como infiltrações, mofo, rachaduras, instalações elétricas irregulares e risco de incêndio, além de equipamentos danificados e sistemas instáveis que comprometem o atendimento ao público.

Relatórios técnicos também identificaram banheiros interditados ou sem condições de uso, ausência de acessibilidade para pessoas com deficiência, falhas na climatização e condições sanitárias inadequadas, incluindo ambientes com risco biológico e presença de pragas.

Segundo a ação, a situação tem gerado prejuízos diretos aos segurados, especialmente idosos, pessoas com deficiência e moradores de áreas rurais, além de expor servidores a condições insalubres de trabalho.

Omissão reiterada e descumprimento de dever legal – O MPF destaca que o INSS foi notificado por órgãos como Vigilância Sanitária, Corpo de Bombeiros e autoridades municipais, mas não adotou medidas efetivas para corrigir as irregularidades.

Mesmo após autos de infração e prazos para adequação, novas vistorias constataram a permanência dos problemas, evidenciando, segundo o órgão, um padrão de inércia administrativa.

A ação também menciona que situações semelhantes já exigiram intervenção judicial anterior para obrigar o INSS a conservar outros imóveis públicos no estado.

Violação de direitos fundamentais – Para o MPF, a manutenção da agência nessas condições viola direitos fundamentais, como o direito à saúde, à dignidade da pessoa humana e à acessibilidade.

O órgão ressalta que o serviço previdenciário atende justamente a populações mais vulneráveis, o que torna ainda mais grave a prestação em ambiente incompatível com padrões mínimos de segurança, higiene e respeito. Além disso, aponta que a omissão compromete o princípio da eficiência administrativa e configura descumprimento do dever legal de conservação do patrimônio público.

O MPF requer que a Justiça determine, em caráter de urgência, que o INSS promova a completa regularização da Agência da Previdência Social de Rio Branco, com a realização de reformas estruturais e sanitárias, adequação das instalações elétricas e de climatização, garantia de acessibilidade, melhoria dos equipamentos e da infraestrutura tecnológica, além da regularização das condições de segurança e manutenção predial. O órgão também pede que sejam asseguradas condições dignas de atendimento ao público e que as medidas sejam confirmadas de forma definitiva ao final do processo.

Ascom MPF

Márcio Bittar e presidente nacional do PL ajudaram Bocalom a se filiar ao PSDB: “Não foi fácil”

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou durante chegada a Rio Branco na noite de quinta-feira (19) que o senador Márcio Bittar (PL) e outras lideranças do PL o ajudaram nas tratativas para filiação ao PSDB.

De acordo com Bocalom, mesmo após ter sua pré-candidatura ao governo barrada pelo PL, membros do partido, como Bittar e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, foram importantes para convencerem o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, a aceitar o prefeito no partido.

“Então, o que aconteceu, todo mundo sabe o que aconteceu. Não foi fácil, foi muito difícil. Tivemos o senador Márcio Bittar, que ligou para o senador Aécio Neves por duas vezes. O próprio presidente do PL, o Valdemar, também ligou para o PSDB. Então, foram essas as ajudas que nós tivemos aí”, declarou.

Questionado sobre o processo interno no PL e a saída da legenda, Bocalom afirmou que não guarda mágoas e classificou o episódio como parte do cenário político.

“Isso é jogo político, e jogo político vai acontecer sempre. Então, não me deixam em absolutamente nada ressentido e nada magoado”, disse.

Antes da definição partidária, o prefeito já havia declarado que respeitava as decisões internas do partido e que buscaria novos caminhos para viabilizar seu projeto político.

“O Alysson só vai ter o gostinho depois do dia 3”, diz Bocalom sobre deixar a prefeitura para disputar o governo”

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Prefeito diz que deixará Prefeitura apenas no prazo final, para disputar o governo do Acre

O prefeito de Rio Branco e pré-candidato ao governo do Acre, Tião Bocalom (PSDB), afirmou na madrugada desta sexta-feira, 20, que pretende permanecer no comando da prefeitura até o limite legal para desincompatibilização do cargo. A declaração foi feita durante entrevista no Aeroporto Internacional de Rio Branco, após retorno de Brasília, onde oficializou filiação ao PSDB.

De acordo com a legislação eleitoral, gestores que desejam disputar cargos majoritários devem deixar suas funções até o início de abril. Bocalom indicou que seguirá no cargo até os últimos dias do prazo, mantendo a condução da administração municipal antes de transferir o comando ao vice-prefeito Alysson Bestene.

Segundo o prefeito, a decisão está relacionada ao andamento de obras e ações da gestão. “Nós vamos até a retinha final, porque temos muitas obras para inaugurar e outras para lançar”, afirmou.

Ao comentar a transição, Bocalom mencionou diretamente o vice-prefeito. “O Alysson só vai ter o gostinho depois do dia 3 mesmo, porque ainda temos muitas entregas e anúncios previstos”, declarou.

Governo do Acre define novos valores de bolsa-estágio para administração pública estadual

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O Governo do Acre instituiu, por meio de decreto publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira, 20, os novos valores da bolsa-estágio para estudantes que atuam em órgãos e entidades da Administração Pública estadual direta, autárquica e fundacional.

De acordo com a medida, os valores da bolsa variam conforme o nível de escolaridade e a carga horária diária estabelecida no termo de compromisso de estágio. Para estudantes de nível médio, a remuneração será de R$ 544,00 para jornada de 4 horas e R$ 792,00 para 6 horas diárias. Já para estudantes de nível superior, os valores foram fixados em R$ 800,00 (4 horas) e R$ 1.200,00 (6 horas).

O decreto também estabelece que o pagamento da bolsa será calculado com base na frequência mensal do estagiário, com desconto de faltas não justificadas. Além disso, o repasse será interrompido a partir da data de desligamento do estudante do programa.

A norma não se aplica a órgãos e entidades que possuam programas próprios de estágio já instituídos. O decreto entrou em vigor na data de sua publicação.

A regulamentação foi assinada pelo governador Gladson Camelí e tem como objetivo padronizar os valores pagos aos estagiários no âmbito da administração estadual.

Presidente do PSDB no Acre rebate Jorge Viana por petista chamar sigla de “partido de aluguel” após filiação de Bocalom

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O presidente estadual do PSDB no Acre, Gledson Pereira, comentou na quinta-feira, 19, as declarações do ex-governador e pré-candidato ao Senado, Jorge Viana (PT), que classificou o partido como “partido de aluguel” após a filiação do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

Em resposta, Gledson afirmou que a movimentação de Bocalom está inserida no contexto de reorganização partidária com vistas às eleições de 2026. Segundo ele, a escolha por uma nova legenda para disputar cargos majoritários é comum no cenário político e acompanha as mudanças nas alianças eleitorais.

O dirigente destacou que o prefeito deixou o Partido Liberal após a sigla aderir ao grupo político que apoia a pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do Acre.

Gledson também reagiu diretamente às críticas de Jorge Viana ao mencionar movimentações dentro do campo político adversário. “E o sobrinho dele, por que não sai candidato no PT? Por que correu para o PV para evitar o desgaste do partido no Acre e no Brasil?”, declarou.

A fala faz referência a Virgílio Viana, filho do ex-governador Tião Viana, apontado como pré-candidato a deputado federal.

Após filiação ao PSDB, Bocalom é recebido com festa por apoiadores no aeroporto de Rio Branco

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O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, chegou à capital acreana na madrugada desta sexta-feira, 20, após viagem a Brasília, onde oficializou seu retorno ao PSDB. A chegada ocorreu no Aeroporto Internacional de Rio Branco e foi acompanhada por uma mobilização de aliados políticos, incluindo secretários municipais, servidores comissionados e integrantes da equipe da prefeitura.

Durante a recepção, apoiadores entoaram palavras de ordem e utilizaram instrumentos como vuvuzelas. Bocalom foi carregado nos ombros por simpatizantes logo após desembarcar.

Em declaração à imprensa, o prefeito destacou o retorno ao partido ao qual esteve filiado anteriormente. “Estou muito feliz de ter voltado para o nosso PSDB, um partido que me acolheu por muitos anos, onde construí minha história e de onde nunca deixei de ter identificação”, afirmou.

O gestor também indicou que a filiação marca o início de uma nova etapa política, com foco na articulação de apoios. “É um momento de dialogar, de reunir pessoas que pensam parecido e que querem o melhor para o nosso estado. Vamos trabalhar com responsabilidade e pensando na população”, declarou.

Segundo Bocalom, a decisão foi tomada com base em sua trajetória política. “Foi uma decisão pensada, baseada naquilo que sempre defendi ao longo da minha vida pública. Estou confiante e motivado com o que vem pela frente”, completou.

A movimentação ocorre após a saída do prefeito do PL, sigla que passou a integrar uma aliança com Progressistas, União Brasil e MDB em torno da pré-candidatura da vice-governadora Mailza Assis ao governo do Acre.

Com a filiação ao PSDB, Bocalom redefine seu posicionamento político e confirma a intenção de disputar o governo estadual nas eleições de 2026.