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MPF denuncia envolvidos por invasão e pecuária ilegal na Reserva Chico Mendes, no Acre

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O Ministério Público Federal (MPF) denunciou dois homens por crimes ambientais e fundiários relacionados à ocupação irregular da Reserva Extrativista Chico Mendes, no interior do Acre. A ação foi apresentada nesta quinta-feira (19) e tem como base investigações da Operação Mezenga, conduzida pela Polícia Federal.

Segundo a denúncia, os acusados teriam invadido terras da União e desenvolvido atividades proibidas dentro da unidade de conservação. Entre as irregularidades apontadas estão o desmatamento, o uso de fogo, a inserção de informações falsas em cadastros ambientais e a criação ilegal de gado em área protegida.

Durante a operação, a Polícia Federal apreendeu mais de 1.400 cabeças de gado mantidas dentro da reserva e em áreas próximas, o que reforçou as suspeitas de exploração econômica incompatível com as regras da unidade.

O MPF também solicitou à Justiça a retirada imediata dos ocupantes das áreas invadidas, além da proibição de atividades como a pecuária, considerada irregular no território, que é destinado ao uso sustentável por populações tradicionais.

Parte dos investigados optou por firmar acordo com o Ministério Público. Três pessoas confessaram participação nos fatos e aderiram a termos de não persecução penal, comprometendo-se a reparar os danos ambientais e a regularizar a situação das áreas afetadas.

Criada para garantir a conservação da floresta e o modo de vida de comunidades extrativistas, a reserva abrange municípios como Brasiléia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Sena Madureira e Xapuri.

Aiache visita comunidade do Panorama e reforça compromisso com infraestrutura rural

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O vereador de Rio Branco, Aiache (PP), iniciou a agenda desta sexta-feira, 20, com visita à Estrada do Panorama, no quilômetro 3. No local, acompanhou de perto a situação de um ponto crítico onde está prevista a construção de uma ponte de 12 metros em concreto, além de fiscalizar trechos que necessitam de melhorias na pavimentação entre os quilômetros 3 e 4.

Durante a visita, o parlamentar esteve acompanhado por membros da Associação dos Piscicultores e Produtores do Panorama, presidente Fredes Mendes, assessor George Barbosa, diretor financeiro Antoniell Pereira, além de um engenheiro, que esteve avaliando as condições da área. Foi constatado que a atual estrutura, composta por um bueiro, não suporta o volume de água durante o período de inverno, quando o nível do Rio Acre ultrapassa os 15 metros, deixando o trecho completamente alagado e isolando a comunidade.

De acordo com o presidente da Associação dos Piscicultores e Produtores do Panorama, Fredes Mendes, a construção da ponte é uma necessidade urgente e antiga. Segundo ele, o problema se arrasta há cerca de 30 anos e impacta diretamente a produção e a qualidade de vida dos moradores.

Fredes destacou que, durante o inverno período mais importante para a piscicultura, os produtores enfrentam grandes dificuldades para escoar o pescado, especialmente na época da Semana Santa e da Feira do Peixe, quando a demanda é maior. “Muitas vezes precisamos atravessar de canoa ou barco, perdemos produto e até o acesso de alunos às escolas fica comprometido por conta do alagamento”, relatou.

Ele também explicou que, nesse período, a produção em cativeiro ganha ainda mais relevância, já que os pescadores artesanais entram no defeso. “É quando temos a oportunidade de comercializar nosso peixe, mas ficamos impossibilitados por falta de acesso. Com a ponte, teremos segurança para escoar a produção e ampliar nossas atividades”, afirmou.

A expectativa da comunidade é de que, com a obra, haja não apenas a melhoria da mobilidade, mas também o fortalecimento da economia local, garantindo melhores condições de renda, educação e qualidade de vida para as famílias da região.

Para o vereador Aiache, o trecho é considerado crítico por contar apenas com um bueiro, que não suporta o período de inverno e acaba isolando os moradores, prejudicando a produção e o dia a dia das famílias.

“Após avaliação técnica, ficou claro que a solução adequada é a construção de uma ponte de concreto, garantindo segurança e acesso durante todo o ano. Nosso compromisso é buscar os recursos necessários para que essa obra se torne realidade. Sabemos da importância da piscicultura para a região, especialmente no inverno, quando os produtores precisam escoar sua produção para a Feira do Peixe e a Semana Santa. Não podemos permitir que essas famílias continuem tendo prejuízos por falta de infraestrutura”, destacou o vereador Aiache.

Corpo de idoso é encontrado carbonizado após incêndio em casa, em Plácido de Castro; polícia apura possível crime

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Um caso cercado de mistério e violência veio à tona nesta semana no município de Plácido de Castro, no interior do Acre. O corpo de um homem de 61 anos foi localizado carbonizado dentro da própria casa, completamente destruída por um incêndio ocorrido na zona rural.

A vítima foi identificada como Delson Bonete da Cruz. O imóvel onde ele vivia ficava no km 16 do ramal Mendes Carlos 1, área de difícil acesso, o que pode ter contribuído para a demora na descoberta do caso.

Segundo informações levantadas, o episódio aconteceu no dia 12 de março, mas só ganhou confirmação oficial dias depois. A ausência de contato com o idoso chamou a atenção da família. Um dos filhos, preocupado, decidiu ir até a propriedade e encontrou o local já consumido pelo fogo.

Ao verificar os escombros, o familiar se deparou com restos mortais em meio às cinzas, evidenciando a intensidade do incêndio que destruiu completamente a residência.

As circunstâncias do caso levantaram suspeitas entre os investigadores. Uma das hipóteses consideradas é a de latrocínio — roubo seguido de morte —, embora outras linhas de apuração ainda não estejam descartadas.

O corpo foi recolhido e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) em Rio Branco, onde passou por exames antes de ser liberado para sepultamento.

A ocorrência foi registrada na Delegacia de Polícia Civil de Plácido de Castro, que segue investigando o caso para esclarecer o que de fato aconteceu e identificar possíveis envolvidos.

A morte de Delson causou forte comoção entre moradores da região, que aguardam respostas das autoridades diante da gravidade do ocorrido.

Quando os relógios do mundo não sabem a hora, mas a fé insiste na vigilância

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Vivemos uma era obcecada por datas, prazos e previsões. Queremos saber quando tudo vai acontecer — inclusive o fim. No entanto, curiosamente, os textos bíblicos mais citados quando o assunto é o “fim dos tempos” caminham na direção oposta dessa ansiedade cronológica.

Em Mateus 24:36-44, Jesus é direto ao alertar que ninguém sabe o dia nem a hora de sua vinda. Ele compara aquele tempo aos dias de Noé, quando as pessoas seguiam suas rotinas normalmente, até que a destruição chegou de forma repentina. A ênfase não está na revelação de um calendário, mas na vigilância. Estar atento. Estar preparado.

Marcos 13:32 reforça essa ideia de forma ainda mais contundente: nem os anjos, nem o próprio Filho — durante sua encarnação — conheciam o momento. Apenas o Pai. O texto elimina qualquer tentativa humana de marcar datas ou prever acontecimentos definitivos. A mensagem é clara: o tempo pertence a Deus; ao homem, cabe a responsabilidade de viver preparado.

A chamada “parábola do ladrão”, em Mateus 24:43, segue a mesma lógica. Se o dono da casa soubesse a hora do assalto, estaria pronto. Como não sabe, precisa estar sempre vigilante. O contexto maior — o chamado Sermão Profético, nos capítulos 24 e 25 de Mateus — não foi dado para satisfazer curiosidades escatológicas, mas para provocar consciência, ética e responsabilidade diante da vida.

Enquanto a fé aponta para a vigilância espiritual, o mundo secular tenta medir o fim com instrumentos humanos. Um dos mais simbólicos é o Relógio do Juízo Final, o 

“Doomsday Clock”, criado em 1947 pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, nos Estados Unidos. Há quase 80 anos, ele não mede o tempo real, mas a proximidade simbólica da humanidade de uma catástrofe global.

Em janeiro de 2026, o relógio foi ajustado para 85 segundos antes da meia-noite — o ponto teórico da aniquilação. O mais próximo que a humanidade já esteve desse limite. Antes disso, em 2025, marcava 89 segundos. Guerras, armas nucleares, mudanças climáticas, pandemias e instabilidade global empurram os ponteiros cada vez mais para perto do fim simbólico.

O próprio Boletim deixa claro: o relógio não existe para prever o apocalipse, mas para provocar conversas difíceis sobre riscos reais criados pelo próprio ser humano. Ainda assim, o símbolo é forte. Assusta. Provoca. Incomoda.

Catástrofes naturais, tsunamis, crises sanitárias, colapsos ambientais e um clima cada vez mais descontrolado levantam perguntas inevitáveis: como o ser humano deve se precaver? O que pensar? Para onde correr?

Talvez a resposta esteja justamente na convergência entre fé e realidade. A Bíblia não nos manda calcular datas. A ciência não oferece rotas de fuga definitivas. Ambas, cada uma à sua maneira, apontam para a mesma urgência: responsabilidade, vigilância e consciência sobre nossos atos.

Não há para onde fugir. Há, sim, como viver. Com mais ética, mais cuidado, mais humanidade. Preparados não para um dia específico, mas para todos os dias. Porque, no fim, quando os relógios do mundo falham em dar respostas, a vigilância sobre quem somos e como vivemos continua sendo a única atitude verdadeiramente ao nosso alcance.

Coronel Ulysses destina R$ 1,4 milhão para a saúde de Brasiléia e reforça compromisso com a população

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O deputado federal Coronel Ulysses (União Brasil-AC) destinou R$ 1.400.000,00 em emenda parlamentar para a saúde do município de Brasiléia, reafirmando seu compromisso com o fortalecimento dos serviços públicos e o cuidado com a população acreana.

O recurso já garantido pelo parlamentar será fundamental para ampliar e melhorar os atendimentos na rede municipal de saúde, permitindo investimentos em estrutura, aquisição de equipamentos e qualificação dos serviços oferecidos à população.

A atuação de Coronel Ulysses tem sido marcada pela atenção constante às demandas da população e pelo diálogo direto com lideranças locais, o que tem possibilitado a destinação de recursos estratégicos para atender necessidades reais dos municípios.

“A saúde é prioridade no nosso mandato. Seguimos trabalhando com responsabilidade para garantir recursos que melhorem a vida das pessoas e fortaleçam o atendimento nos municípios”, destacou o deputado.

Com mais esse investimento em Brasiléia, Coronel Ulysses consolida sua atuação como um parlamentar presente e comprometido, que transforma demandas da população em resultados concretos para o Acre.

“Vou precisar do apoio do Bocalom, pois a Mailza vai pro segundo turno”, diz Gladson Camelí

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O governador do Acre, Gladson Camelí (PP), afirmou na manhã desta sexta-feira (20) que espera contar com o apoio do prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (PSDB), em um eventual segundo turno na disputa do governo do Acre.

Gladson disse ainda que não vê problema algum o senador Marcio Bittar (PL), que é um apoiador da pré-candidatura de Mailza Assis, ter ligado para o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, pedindo que o partido filiasse Bocalom.

“Vejo essa posição do Marcio com muita tranquilidade, primeiramente porque não somos adversários. PL, PSDB e PP não são adversários. Possivelmente teremos segundo turno e vou precisar do apoio do Bocalom, pois a Mailza vai estar no segundo turno”, disse o governador. 

Gladson se mostrou confiante na vitória de Mailza: “Com o apoio de Bocalom no segundo turno vamos ganhar a eleição da Mailza”, concluiu.

Foragido da Justiça é preso em operação da Polícia Civil em Rio Branco

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A Polícia Civil do Acre prendeu Gentino B. da R. N., que possuía mandado de prisão pendente expedido nos autos da Operação Casa Maior. A prisão ocorreu no bairro Canaã, em Rio Branco, após vigilância nas redondezas do bairro 6 de Agosto.

Gentino foi localizado conduzindo uma motocicleta e foi abordado ao tentar sair de uma casa de alvenaria. Ele esboçou reação para fugir, mas foi contido pela equipe policial.

A operação foi resultado de investigação que identificou o paradeiro do foragido. Após sua captura, ele foi conduzido para a Delegacia Central de Flagrantes (Defla) e agora encontra-se à disposição da Justiça.

“Um lugar que carrega nossas lutas e a força de quem construiu esse estado”, diz Gladson na entrega da obra do Pálacio Rio Branco

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O governador do Acre, Gladson Cameli, destacou nesta sexta-feira, 20, a entrega da revitalização do Palácio Rio Branco, em Rio Branco. A obra contou com investimento de R$ 3,8 milhões, oriundos de emenda parlamentar destinada pela então senadora e atual vice-governadora, Mailza Assis.

Durante a agenda de entrega, o governador afirmou que a reabertura do espaço representa a devolução de um patrimônio histórico à população acreana. Segundo ele, o prédio estava desativado no início da atual gestão e passou por um processo de restauração para retomar suas atividades institucionais e culturais.

“Entregar o Palácio Rio Branco restaurado é mais do que concluir uma obra. É devolver ao povo acreano um pedaço da sua própria história. Um lugar que carrega nossas lutas, nossa identidade e a força de quem construiu esse estado”, declarou.

A revitalização incluiu restauração histórica, melhorias estruturais, climatização e adequações de acessibilidade. O Palácio Rio Branco é considerado um dos principais marcos históricos do estado e integra o patrimônio público acreano.

A entrega do espaço faz parte de um conjunto de ações do governo estadual voltadas à recuperação de prédios públicos e à preservação de estruturas históricas. O presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, destacou que o local representa a trajetória histórica do povo acreano, associada a processos de luta, emancipação e organização ao longo dos anos.

Com investimento de R$ 3,8 milhões, governo entrega revitalização do Palácio Rio Branco

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O Governo do Acre entregou, na manhã desta sexta-feira, 20, a revitalização do Palácio Rio Branco, no Centro da capital acreana. A obra recebeu investimento de R$ 3,8 milhões, oriundos de emenda parlamentar destinada pela então senadora e atual vice-governadora, Mailza Assis (PP).

A intervenção contemplou a restauração histórica do prédio, além de melhorias estruturais, implantação de sistema de climatização e adequações de acessibilidade. Considerado um dos principais símbolos do estado, o espaço foi reaberto ao público após a conclusão dos serviços.

Durante a solenidade, a vice-governadora destacou a destinação dos recursos e a importância da preservação do patrimônio histórico. “Tenho muita alegria em ver o Palácio Rio Branco revitalizado e ainda mais valorizado. Quando senadora, destinei mais de R$ 3,8 milhões para essa obra, porque sempre entendi que cuidar do nosso patrimônio histórico também é cuidar da memória e da identidade do Acre”, afirmou.

O governador Gladson Camelí (PP) ressaltou que a iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à recuperação de prédios públicos estaduais. “Não foi só o Palácio Rio Branco que nós revitalizamos, foram vários outros órgãos que pertencem ao Estado, que estavam em situações precárias. Foi uma forma de valorizar o servidor, dando condições de trabalho para ele”, declarou.

O presidente da Fundação de Cultura Elias Mansour (FEM), Minoru Kinpara, destacou o valor simbólico do espaço. Segundo ele, o Palácio representa a trajetória histórica do povo acreano, marcada por processos de luta, emancipação e organização ao longo dos anos. “Aqui nós temos aquilo que de mais moderno tinha na Europa, mesclado com aquilo que a gente tem na região”, afirmou.

Agricultores colhem melancia ‘gigante’ de 34 kg e tamanho do fruto chama atenção

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Agricultores colhem melancia gigante no Paraná — Foto: Reprodução

Um jovem casal de Santa Izabel do Oeste, no sudoeste do Paraná, foi surpreendido na colheita da primeira safra destinada às vendas: na propriedades deles, nasceu uma melancia gigante de 34 quilos.

Segundo Eloísa e Eduardo Furlan, que cursam Agronomia na cidade, não houve diferença no manejo dessa melancia para as outras.

“A gente começou a ver que ela ia se destacar. Começou a crescer e não chegava no ponto de maturação”, conta Eduardo.

Mas, para chegar até os frutos, os jovens agricultores enfrentaram dificuldades, como ataques de larvas nas sementes. “A gente plantou de semente, e algumas larvas comeram as que estavam no solo. Outro tipo de larva comeu as que já tinham nascido”, explica Eloísa.

Quando a fruta estava madura, os jovens dividiram a melancia com a família. Agora, a ideia do casal é ampliar a produção nas próximas safras e seguir investindo na cultura.

Com informações G1