Secretária de Saúde dá show de arrogância e substima acreanos, diz colunista

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Secretária de Saúde, Mônica Machado/Foto: Contilnet

Show de arrogância

A entrevista que a secretária de Saúde, Mônica Feres, concedeu a rádio Aldeia na manhã de segunda-feira (8) foi um show de arrogância, assim como tem sido toda as falas e declarações dela.

Simpatia próxima de zero

Com cara de quem chupou limão azedo e substima qualquer ser humano que se dignar a se dirigir a ela, Mônica Feres parece ser aquelas profissionais, a quem não se questiona a boa formação acadêmica, mas que parece ter exercitado a um nível zero a empatia com o próximo e relagados os relacionamentos sociais uma escala de menor valor. O olhar da mulher é de desprezo e intimidação.

Caos à vista

Ao suspeder o atendimento ambulatorial no Pronto Socorro que havia sido reestabelecido pelo governo Cameli e afirmar que os pacientes devem procurar Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e postinho de saúde para serem atendidos, Mônica Feres demonstra que não entendeu nada do que lhe foi explicado sobre difuculdades da saúde pública do Acre. Isso vai ser o caos.

Nossa! Como ela teve uma ideia tão brilhante dessas?

Ela acha mesmo que só encaminhar os pacientes para UPAs e postinhos resolverá em um passe de mágica todo os gargalos no atendimento? Será se ela acha que ninguém pensou nisso antes?

Funcionar como um todo o sistema

A questão não é mandar pacientes por uma ‘via crucis’ de postinho a UPAs. A questão é fazer o serviço funcionar como um todo.

Pareceu irônica

Ao ser questionada se iria à Aleac após uma convocação ter sido aprovada pela aquela Casa parlamentar, Mônica afirmou que irá por acreditar que os parlamentares podem ter bons projetos estruturados para ajudar a saúde. Pareceu que a secretária foi irônica de forma discreta.

Mais do mesmo

Os parlamentares estão convocando a secretária de Saúde para que ela apresente o plano mágico que fizeram parecer que ela tinha para salvar a saúde do Acre, pois em 5 semanas o que se viu foi mais do mesmo e antipatia em doses cavalares. As mudanças até agora os acreanos seguem aguardando.

Coronéis importados

Ah, houve também a importação de dois militares para ajudar a salvar a saúde do Acre. Mônica citou que os coronéis conhecem a realidade da Amazônia e que um trabalhou em Altamira. Alguém, por gentileza, avise a secretária que a realidade do Acre é totalmente diferente da realidade do Pará.

Operação Verão

O vereador de Rio Branco Emerson Jarude afirmou que a Prefeitura de Rio Branco não tem mais enviado à Câmara o cronograma de trabalho da Operação Verão e que a última vez que os parlamentares puderam acompanhar constataram que 60% das obras estavam em atraso.

Santa Inês

A comunidade de bairros periféricos de Rio Branco tem se queixado que bairros como Santa Inês seguem com as ruas em situação deplorável.

Bairros esburacados

Ao que tudo parece a prefeitura centrou foco em recuperar as ruas centrais de Rio Branco. Alguns bairros da periferia continuam completamente esburacados.

Absurdo

Absurda a denúncia do agente penitenciário Jose Janes de que a direção do Iapen estaria pressionando presos para que o incrimem. Isso precisa ser melhor checado.

Pressionado por Fagner e agredido pela escolta

De acordo com uma carta assinada por um dos presos, ele teria sido pressionado pelo diretor Fagner Souza e espancado pela escola ao ser encaminhado à UPA para um atendimento. É algo grave.

Considerado gente boa pelo sindicato

Fagner Souza, o diretor acusado de coagir o preso, é dito pelo sindicato que emitiu nota em sua defesa como alguém ético e incapaz de compactuar com agressões. As agressões feitas pela escolta, quem se responsabiliza?

Lucas Bolzoni

O diretor-geral do Iapen, Lucas Bolzoni, subiu no salto alto e nem de longe é o rapaz que se fazia de humilde na epoca sindical. O rapaz parece ter ficado arrogante. Por tudo isso e muito mais que é preciso que se fique de olho no Iapen.

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