As trapalhadas de Gladson: nomeação para cargos que não existem, secretário do PSB e equipe problemática

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Trapalhadas

O governo Gladson Cameli (PP) começou com algumas trapalhadas. Normal para um grupo político que estava há 20 anos fora do poder e está com uma sede mais velha que a história da humanidade.

Confusão

O governo do jovem Cameli começou por nomear petistas para cargos chaves, escolhendo um Palácio sem estrutura como sede, nomeação de jornalista para cargo de porta-voz se esquecendo completamente que a própria equipe governamental fez ser aprovada na Aleac reforma que extinguiu o cargo.

Condenação e filiação ao PSB

Um dos escolhidos por Cameli, Alércio Dias, já foi condenado por improbidade e o secretário de Educação, Mauro Sergio, é filiado ao PSB, o partido aliado do PT e que ocupou o lugar de ‘amante Argentina’ que cabia ao PCdoB.

Critérios técnicos na acolha da equipe

Realmente não há porque se admirar de que o critério técnico, que Gladson afirmou que teria para escolher sua equipe, basei-se em quantos grupos uma comunicadora sem formação tenha no WhatsApp.

Menos grave

Talvez o caso menos grave seja mesmo a nomeação para assessora de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de gente que conseguiu registro provisório de jornalismo.

Caindo aos pedaços

O Palácio Rio Branco, símbolo da administração pública em Rio Branco e local onde Gladson Cameli escolheu para ser sede da sua administração, está em ruínas. Deixar o jovem governador despachar de lá junto com sua equipe é praticamente assinar a permissão para tentativa de suicídio. Tudo lá desmorona.

Fogo amigo

Gladson tem experimentado os dissabores de ser vítima de fogo amigo. Os supostos aliados são mais ferozes que a mais descarada oposição. É só o começo!

Senador Guiomad

A instabilidade política em Senador Guiomard continua e em menos de 30 dias já é o terceiro prefeito que assume a cidade.

Troca-troca

André Maia foi preso em 13 de dezembro, logo após aprovação da Câmara quem assumiu o município foi o vice-prefeito, Judson Costa (PP). No último domingo, Judson Costa renunciou ao mandato e por linha sucessória quem assumirá a administração da cidade será o presidente da Câmara, Gilson da Funerária.

Parecendo Acrelândia

A instabilidade política que enfrenta Senador Guiomard só tem precedentes se citar o município de Acrelândia, onde dificilmente um prefeito consegue cumprir o mandato inteiro.

Ghelen Diniz

Se Ghelen Diniz (PP) for confirmado como líder do governo Gladson Cameli (PP) irá ter que provar jogo de cintura, habilidade política e coerência com o que defendeu até aqui. Não é uma missão fácil ainda mais para um crítico de plantão, que não faz concessões e costuma ser um legislador ao estilo draconiano.

Dura missão

É sempre mais fácil criticar do que fazer defesa do Executivo, portanto Ghelen Diniz se prepare para experimentar dias de vidraça ao invés de pedra.

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