Adelaide Fátima rompe com José Adriano e lança chapa à presidência da Fieac

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Rompeu com José Adriano

A vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac), Adelaide Fátima, que assumiu interinamente a presidência do órgão enquanto o presidente José Adriano se licenciou para disputar um cargo eletivo, garantiu a esta colunista que rompeu com o atual presidente, que lançou chapa própria, juntamente com Francisco Salomão, para disputar a presidência da Fieac e que lutará por uma federação mais independente.

Em busca de uma Fieac independente

Adelaíde Fátima gentilmente ligou para esta redação e salientou que por não concordar com alguns posicionamentos políticos de José Adriano e, por entender que a Fieac necessita de independência, rompeu com o atual presidente e será candidata a presidência do órgão.

Afinidade

Adelaíde Fátima, segundo consta, possui um alinhamento político ideológico muito próximo ao grupo de Gladson Cameli e, portanto, não se sentia mais a vontade no grupo de José Adriano.

Considerações de Adalaide Fátima

A edição especial desta coluna, publicada na quarta-feira (2), citava Adelaide como membro do grupo de José Adriano que tentava se infiltrar em ambientes de poder do novo governo. A coluna de hoje trouxe as considerações feitas pela própria Adelaide com relação as mudanças de posicionamentos políticos.

Eleição próxima

A eleição da Fieac acontecerá dia 14 de janeiro e está envolta entre uma intensa disputa que inclui manobras nada éticas supostamente praticadas por José Adriano.

Os assessores especiais

O porta-voz do governador Gladson Cameli, Rogério Wenceslau, afirmou a esta colunista na manhã de quinta-feira (3) que o novo governador não descartou a possibilidade de nomear assessores especiais, que caso a caso os nomes ventilados estão sendo analisados.

Peneira fina

Wenceslau afirmou que haverá, sim, a figura dos assessores especiais, mas que será feita uma peneira mais fina para determinar quem ocupará os cargos.

Serão contemplados

A respeito dos nomes ventilados como Arthur Liboriano, Jairo Carioca, Osmir Lima, entre outros, o porta-voz afirmou que serão todos contemplados, mas que o governador preferiu analisar melhor o perfil de cada um para saber onde melhor poderão atuar.

Cobiçados cargos

A decisão a respeito das cobiçadas assessorias, que em tese são cargos de fidalguia, haja vista que são muitíssimo bem remunerados para exercerem função inespecífica, Rogério diz que a decisão será tomada até o final desta quinta-feira.

O questionamento de Leonildo

Leonildo Rosas, que foi porta-voz de Tião Viana durante seu governo, usou o Facebook para questionar o que teria acontecido se o ex-governador Jorge Viana, ao assumir o governo em 1999, tivesse montado força-tarefa para apurar os atos do governador que o antecedeu, no caso Orleir Cameli.

Quem deve responder é o próprio PT

A pergunta feita por Leonildo Rosas deve ser respondida pelos próprios petistas. Se havia indícios de irregularidades, por que não montaram força tarefa para investigar? Estavam mais interessados em manter as boas relações com o clã Cameli?

Minoru Kimpara

O ex-reitor da UFAC, Minoru Kimpara, grata surpresa política dos últimos anos, com potencial expressivo para crescimento, diz que ainda não pensa em cargos eletivos para 2020. Mostra equilíbrio ao não se antecipar.

Bom dia a todos

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