Acusações de fraude, bate-boca e papel rasgado na cara de deputado marcam aprovação da LOA de 2020

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Aconteceu de tudo

Aconteceu de tudo na sessão de terça-feira (3) na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac). Gritaria dentro do plenário foi o de menos, mas venceu a matemática e quem tem a maioria aprova o que bem entende.

Manobra

Os oposicionistas Edvaldo Magalhães (PCdoB) e Jenilson Leite (PSB) acusaram a Mesa Diretora da Aleac de manobra para antecipar a votação da Lei de Orçamento anual (LOA).

Fraude

Magalhães acusou a Mesa Diretora de fraude e afirmou que não houve reunião na Comissão de Orçamento e Finanças (COF) conforme manda o rito Legislativo.

Rasgou e pisou em cima

Indignado, Magalhães rasgou na cara de Ghelen Diniz (PP) uma suposta prova de que teria acontecido a reunião. Segundo o petista Daniel Zen, a votação só pode ter acontecido na garagem da casa, pois em nenhuma sala da Aleac houve tal importante reunião.

Tudo dentro da legalidade

O presidente da Aleac, Nicolau Junior (PP), nega qualquer manobra e diz que o rito foi normal e dentro do prazo.

Afeta a LOA

A oposição acusa a base de antecipar em pelo menos 10 dias a votação por conta de que nesta quarta-feira (4) será julgado pelo Pleno do Tribunal de Justiça a polêmica causa da LDO que foi judicializada após trapalhadas do governo que deixou aprovar, depois voltou atrás.

Marcus Cavalcante e Neném Almeida: páreo duro

Se houvesse um prêmio para o deputado mais atrapalhado e cômico do parlamento ficaria bem difícil decidir entre os deputados Marcos Cavalcante (PTB) e Neném Almeida (Solidariedade).

Neném Almeida ganha

Mas creio que por uma pequena fração de diferença e exibicionismo que beira algo que pode ser patológico o deputado do Solidariedade, Neném Almeida, ganharia.

Exagera sempre

Neném Almeida sempre exagera na dose. Quando tenta defender o governo ele termina por tomar as prerrogativas do líder do governo e resvala para o ridículo. Quando tenta ser ameno, ele não diz coisa com coisa.

Sem sentido

Na sessão de ontem, terça-feira, no afã de bancar o democrático, o cômico Neném saiu em defesa de Edvaldo Magalhães e disse: “Se não teve reunião na Comissão de Orçamento e Finanças é um absurdo, mas eu não sei porque estava almoçando”. Como ele quer opinar sobre algo que não esteve presente?.

O Chicó da Aleac

A declaração de Neném Almeida em defesa de Magalhães se assemelhou muito ao do lendário personagem Chicó, do auto da compadecida, quando diz: “Não sei. só sei que foi assim”.

Melhor calar

Ora essa, não tem o que falar de pertinente e de lógico, faça a opção do silêncio.

Bom dia a todos

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