Atlético Acreano joga bem, vence e continua líder na Série C

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O atacante Eduardo comemora o segundo gol da vitória do Atlético-AC sobre o ABC. Foto/Manoel Façanha

Três gols e uma grande apresentação marcaram a quinta vitória seguida do Atlético Acreano como mandante na disputa da primeira fase do Campeonato Brasileiro da Série C. Neste domingo (10), no estádio Florestão, o Galo Carijó superou o ABC-RN por 3 a 0. Tauã, Eduardo e Rafael Barros marcaram os gols do triunfo celeste.

Com a vitória diante do time Potiguar, o Galo Carijó manteve a liderança isolada do Grupo A. O time acreano soma 19 pontos ganhos, três a mais que o vice-líder Confiança. Já o ABC, apesar da derrota, segue no G4 em terceiro, com 14 pontos.

Próximos jogos

Os dois times já voltam a campo no próximo final de semana para a disputa da 10ª rodada do Grupo A do Campeonato Brasileiro da Série C. No sábado, o ABC volta a jogar em casa quando recebe o Globo no Estádio do Frasqueirão, às 20h. Já na segunda-feira (18), o Atlético-AC encara em Belém (PA) o Clube do Remo, às 19h de Brasília, no estádio Mangueirão.

Jogo

Trocando passes e buscando abrir espaços entre a defesa do ABC-RN, o Galo Carijó desde o início de partida mostrou que poderia fazer mais uma vítima dentro da competição nacional, apesar do time abecedista apresentar certa resistência.

A primeira grande chance de gol saiu de uma assistência de Rafael Barros para o meia-atacante Tauã, esse concluído com perigo. No entanto, aos 23 minutos, Rafael Barros lançou Tauã, que ganhou dos zagueiros e bateu cruzado, sem chances para o goleiro adversário.

O gol trouxe ainda mais confiança para o time celeste que continuou a ameaçar o gol dos visitantes. O ABC-RN tentou uma tímida reação nas jogadas de lados e também no jogo aéreo, mas não surtiu efeitos e a melhor chance do empate do time visitante saiu num desviou do atacante Leandrão, aos 36 minutos.

Na volta do intervalo, o ABC tentou uma pressão nos primeiros minutos de jogo, mas o Galo Carijó estava num dia iluminado e a meta do goleiro Ruan quase não era ameaçada.

Fonte: ACEA

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