Globo garante permanência de acreano no BBB19 mesmo após acusação de agressão contra mulheres

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Em entrevista ao site UOL nesta quinta-feira (10), Vanda Brito, irmã do acreano Vanderson Brito, escolhido para participar da 19º edição do Big Brother Brasil (BBB), afirmou que a Globo entrou em contato para tranquilizar a família, assegurando que a permanência dele no reality continua garantida mesmo após as acusações de agressões contra ex-namoradas.

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Vanda negou as acusações de que seu irmão agrediu a ex-namorada Maíra Menezes, conforme denuncia publicada por ela nas redes sociais e divulgada pelo site Folha do Acre nesta quinta-feira.

A irmã do biólogo confirmou que Maíra namorou o participante do “BBB”, mas negou as acusações e disse que a família entrará com um processo por calúnia e difamação.

“Pela idoneidade dele e criação que tivemos da nossa mãe tenho certeza que ele não fez isso. Essas acusações são falsas. Essa moça tinha muitos problemas psicológicos, tanto é que o caso deles não deu certo. Era uma menina muito agressiva, ciumenta. Vamos tomar as providências e colher as provas”, disse.

“Conheço muito bem o meu irmão e ele não é capaz de cometer uma covardia dessa contra uma mulher. Nós suas irmãs e mãe não admitiríamos”, completou Vanda.

Entenda o caso

Horas depois do biólogo acreano Vanderson Brito ter sido anunciado como integrante do Big Brother Brasil 19 as redes sociais no Acre foram tomadas por denúncias contra o rapaz de 35 anos morador de Rio Branco. As acusações relatam um lado supostamente obscuro do biólogo e desconhecido da maioria: as supostas agressões a ex-namoradas e assédio a ex-alunas.

A feminista Maíra Araújo, que gerência a página Papo feminista, denunciou uma agressão praticada por Vanderson na época em que eles mantinham um relacionamento.

“Imagina você abrir seu celular cheio de mensagens das suas amigas perguntando como eu estava. O rosto do meu ex agressor estava por toda parte, por toda internet. Meu Deus, só eu sei o que eu vivi. Típico relacionamento abusivo que terminou com uma agressão. Eu terminei ainda amando, mas sabia que ele ia me bater de novo. Na época, com 18/19 anos, não tive coragem de fazer denuncia. Anos depois, todo esse sofrimento me fez amadurecer e me fez feminista”, denunciou.

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