Drauzio Varella visita Cruzeiro do Sul, cidade que mais registrou casos de malária no Brasil

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Criança com malária aguarda tratamento

A malária voltou a assustar. Em 2016, o Brasil registrou o menor número de casos da doença na história, mas, desde o ano passado, os índices estão subindo, em especial, na região amazônica, que concentra 99% dos casos.

A fêmea do mosquito da malária gosta de botar ovos em águas paradas, profundas e especialmente na sombra projetada nas margens. As larvas se desenvolvem, os mosquitos saem, e as fêmeas vão picar as pessoas nas casas. Ela não tem malária e pica porque precisa de sangue para completar o ciclo biológico.

A fêmea do mosquito só adquire a malária ao picar uma pessoa com o parasita no sangue. Ela se infecta e transmite a doença para todos que picar no futuro.

O dr. Drauzio Varella foi até Cruzeiro do Sul, no Acre, a cidade que mais registrou casos de malária no ano passado, e conta como está a situação por lá.

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