Paciente denuncia que precisou comprar linha para ser cirurgiado em hospital de Brasiléia

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Pacientes que aguardam cirurgias no pronto socorro do hospital público Raimundo Chaar, em Brasiléia, denunciaram que a unidade hospitalar não dispõe de linha para costurar cortes e para serem usadas em outros tipos de cirurgias. A informação foi confirmada por servidores que preferiram não ter seus nomes divulgados, segundo o site O Alto Acre.

Para que o procedimento fosse concluído, um dos pacientes afirmou ao site que familiares se deslocaram até a cidade de Cobija, lado boliviano, para comprar linha. O descaso revoltou os familiares que resolveram denunciar o caso à imprensa local.

Segundo a denúncia, o fato não é isolado e a falta de uma simples linha para ser usada nas cirurgias já dura uma semana.

“Quem precisar realizar alguma situação que necessite ser ‘costurado’, tem que ir comprar fora do hospital, em Cobija. Já imaginou se acontecesse um acidente em que várias pessoas precisassem desse tipo de cuidados?”, desabafou um acompanhante.

Servidores que não quiseram se identificar denunciaram também que não é apenas linha que falta no hospital, outros materiais essenciais como agulhas, medicamentos e chapas de raio-x também estariam em falta.

Uma servidora diz que ocorre falha por parte da Secretaria de Saúde (Sesacre) em atender em tempo hábil o abastecimento de materiais no hospital que atender moradores de toda região do Alto Acre.

A reportagem da Folha do Acre entrou em contato com a assessoria de comunicação da Sesacre, que ficou de entrar em contato com a direção do hospital e enviar nota à redação, mas até o fechamento desta matéria não foi enviada a resposta. O espaço fica reservado para os devidos esclarecimentos.

Com informações do site O Alto Acre

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