UBES cobra ações por segurança e fala em avanço de violência após ataque em escola no Acre

Por Aikon Vitor, da Folha do Acre

A União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES) afirmou, em nota divulgada após o ataque no Instituto São José, em Rio Branco, que o episódio evidencia a necessidade de medidas urgentes para conter a violência no ambiente escolar.

Segundo a entidade, o caso, que deixou duas servidoras mortas e outras pessoas feridas, não pode ser tratado como isolado e deve acender o alerta para o avanço de discursos de ódio entre jovens.

“Ataque a tiros no Instituto São José, em Rio Branco (AC), tirou a vida de duas servidoras e deixou outras duas pessoas feridas. Um episódio brutal que choca e escancara a insegurança que tem atingido nossas escolas”, diz o texto.

A UBES afirma que a situação reforça a necessidade de políticas voltadas à promoção de uma cultura de paz nas escolas e ao enfrentamento de conteúdos violentos que circulam entre estudantes.

“Casos como esse reforçam a urgência da luta por Paz nas Escolas e pelo enfrentamento ao discurso de ódio que alcança a juventude de forma cada vez mais intensa”, afirma.

A entidade também disse que não é possível “naturalizar essa violência” e manifestou solidariedade às famílias das vítimas, além de estudantes, professores e trabalhadores da educação atingidos pelo episódio.

“Seguiremos na luta por escolas seguras e por uma cultura de paz”, conclui a nota.

O ataque ocorreu nesta semana e reacendeu o debate sobre segurança em escolas no Acre.

Leia a íntegra da nota da UBES:

Ataque a tiros no Instituto São José, em Rio Branco (AC), tirou a vida de duas servidoras e deixou outras duas pessoas feridas. Um episódio brutal que choca e escancara a insegurança que tem atingido nossas escolas.

Casos como esse reforçam a urgência da luta por Paz nas Escolas e pelo enfrentamento ao discurso de ódio que alcança a juventude de forma cada vez mais intensa.

Não podemos naturalizar essa violência. Nos solidarizamos com os familiares, estudantes, professores e todos os trabalhadores que viveram esse momento de pânico e dor.

Seguiremos na luta por escolas seguras e por uma cultura de paz.

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