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Ufac abre nesta segunda-feira inscrições para concurso com salário de até R$ 5,2 mil

A Universidade Federal do Acre (Ufac) abriu nesta segunda-feira (6) as inscrições do concurso público com vagas para o cargo de técnico-administrativo em educação, com oportunidades para níveis médio/técnico (classe D) e superior (classe E), com lotação em Rio Branco e Cruzeiro do Sul.

O certame oferece salários que chegam a R$ 5.215,39. As inscrições vão até dia 7 de maio.

CONFIRA O EDITAL AQUI

Vagas e cargos

As oportunidades estão distribuídas da seguinte forma:

Nível médio/técnico (classe D):

Assistente em Administração – 2 vagas (1 ampla concorrência e 1 PPP)
Técnico em Agropecuária – 1 vaga
Técnico em Laboratório (Biologia) – 1 vaga (PcD, em Cruzeiro do Sul)
Nível superior (classe E):

Bibliotecário-Documentalista – 1 vaga (PPP)
Museólogo – 1 vaga
Músico – 1 vaga
Nutricionista – 1 vaga
Ao todo, são quatro vagas para cada nível.

Salários e benefícios

Os vencimentos básicos são de R$ 3.181,39 para cargos de nível médio/técnico e de R$ 5.215,39 para nível superior.

Além disso, os servidores terão direito a auxílio-alimentação de R$ 1.175 e incentivo à qualificação, que pode elevar o salário em até 75%, conforme a titulação.

Como será a seleção

O concurso terá etapa única, com prova objetiva de múltipla escolha, de caráter eliminatório e classificatório.

A aplicação está prevista para o dia 31 de maio de 2026. Os locais de prova serão divulgados em 25 de maio, e o resultado final está previsto para 30 de junho.

Inscrições e taxas

As inscrições devem ser feitas no site do Instituto ACCESS.

As taxas são de R$ 60 para nível médio/técnico e R$ 100 para nível superior. O pagamento pode ser feito conforme as opções disponíveis na plataforma.

Os candidatos poderão se inscrever para até dois cargos, desde que em turnos diferentes.

Pedidos de isenção da taxa poderão ser feitos entre os dias 6 e 7 de abril.

O edital também prevê reserva de vagas para pessoas com deficiência (PcD), candidatos pretos e pardos (PPP), além de políticas afirmativas para indígenas e quilombolas.

Os aprovados deverão permanecer na localidade de lotação por pelo menos três anos, salvo exceções previstas em lei.

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