Entre os dias 1º e 3 de abril de 2026, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou uma série de ações de fiscalização que resultaram na prisão de quatro indivíduos com ordens judiciais pendentes. Entre os capturados, destacam-se detidos pelos crimes de estupro de vulnerável e homicídio tentado, cujos mandados foram cumpridos durante fiscalizações nas rodovias BR-364 e BR-307.
Prisões por Crimes Contra a Vida e Dignidade Sexual
Na manhã de sexta-feira (03), no KM 170 da BR-364, uma operação baseada no compartilhamento de informações com a Polícia Federal resultou na interceptação de um ônibus de passageiros. Durante a conferência dos ocupantes, foi identificado um homem com mandado de prisão ativo pelo crime de estupro de vulnerável, expedido pela Vara de Proteção à Infância e Juventude de Porto Velho/RO, com validade até o ano de 2036. O indivíduo foi imediatamente detido e encaminhado à Delegacia de Flagrantes.
Ainda no mesmo período, as equipes da PRF cumpriram mandados relacionados a crimes graves de violência. Em Rio Branco, uma abordagem a um motociclista revelou uma ordem de prisão pendente expedida pela Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas. Já em Cruzeiro do Sul, no KM 182 da BR-307, os policiais identificaram um passageiro de um guincho com mandado em aberto pela prática de homicídio tentado, conforme os registros da Vara de Execuções Penas e Medidas Alternativas de Rio Branco.
Outras Ocorrências e Auxílio na Rodovia
A quarta prisão ocorreu na tarde de sexta-feira, quando policiais em deslocamento pela BR-364 prestaram auxílio a um condutor com veículo imobilizado por falhas mecânicas no KM 123. Ao realizarem a verificação de praxe dos envolvidos, constatou-se que o proprietário do automóvel possuía um mandado de prisão ativo expedido pela 2ª Vara de Família do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO).
Procedimentos Institucionais
Em todas as ações, a PRF garantiu o cumprimento das ordens judiciais respeitando a integridade dos custodiados e os seus direitos constitucionais. Os pertences pessoais e veículos foram entregues a familiares ou pessoas autorizadas mediante anuência dos detidos. Todos os casos foram apresentados às unidades da Polícia Civil competentes para o prosseguimento das etapas judiciárias e o devido recolhimento ao sistema prisional.
Ascom PRF
