Ícone do site Folha do Acre

Líder do governo defende celeridade na nomeação de secretário de Saúde e reconhece que nome de Bestene causou divergências

O líder do governo na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac), deputado Manoel Moraes (PP), afirmou na manhã desta terça-feira (7) que defende escolha célere para o secretário de Saúde do Estado e pede que a pasta não seja usada politicamente.

Durante entrevista à Folha do Acre, Moraes reconheceu que há divergências entre parlamentares sobre o nome indicado, mas ressaltou que a Aleac é um espaço plural e que esse tipo de debate é natural.

Segundo ele, diferentes opiniões refletem a diversidade de perfis dentro do Legislativo, incluindo profissionais da área da Saúde.

“A Assembleia é plural. Temos aqui médicos, enfermeiros e parlamentares com ligações na área da Saúde. É natural que exista preocupação, e muitos gostariam de indicar alguém de confiança”, afirmou.

Apesar das ponderações, o líder governista reforçou que a decisão final cabe à governadora Mailza Assis e destacou a experiência do nome escolhido. Moraes citou o histórico do indicado, lembrando que ele já ocupou a Secretaria de Saúde e possui trajetória política consolidada.

“O José Bestene já foi secretário de Saúde, fez um bom trabalho, é um político experiente, com vários mandatos. Portanto, está capacitado. Foi uma decisão da governadora”, disse.

O parlamentar também afirmou que as preocupações levantadas por deputados foram levadas ao conhecimento do governo. Segundo ele, houve diálogo com a governadora, que ouviu os posicionamentos e explicou os critérios adotados na escolha.

“Nós fomos até ela, levamos as preocupações de alguns deputados, todos tiveram oportunidade de falar, e ela explicou sua posição”, relatou.

Ao final, Manoel Moraes fez um alerta sobre a condução da pasta, destacando a importância de que a Secretaria de Saúde seja gerida com foco técnico e voltada à população, sem interferências políticas.

“Agora esperamos que ele faça um grande trabalho, que realmente melhore a vida de quem depende da saúde pública e que a secretaria não seja utilizada para fins políticos”, concluiu.

Sair da versão mobile