A Polícia Federal (PF) afirma que a organização criminosa alvo da Operação Narcofluxo, deflagrada nesta quarta-feira (15), movimentou R$ 1,63 bilhão em menos de 2 anos utilizando a indústria fonográfica e o showbusiness digital como fachada para lavagem de dinheiro.
Segundo a PF, a estrutura investigada é considerada uma das mais sofisticadas já identificadas no país para lavagem de dinheiro com uso do setor de entretenimento.
O esquema associava atividades como tráfico de drogas, jogos de azar e rifas digitais à imagem de artistas e influenciadores de grande alcance, entre eles MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, presos nesta quarta.
De acordo com os investigadores, o modelo explorava a visibilidade pública e o alto volume financeiro típico do setor artístico para dar aparência de legalidade às movimentações.
Informações G1
