De volta à Câmara, Hildegard Pascoal promete continuidade e mais visibilidade ao mandato

Por Matheus Aguiar, da Folha do Acre

O suplente de vereador Hildegard Pascoal assumirá uma cadeira na Câmara Municipal de Rio Branco, ocupando o lugar deixado por João Paulo Silva, que se licenciou do cargo para assumir a Secretaria de Direitos Humanos e Assistência Social a convite da governadora Mailza.

Em entrevista exclusiva ao Folha do Acre nesta sexta-feira (10), Hildegard afirmou que recebeu a notícia com surpresa, mesmo já aguardando a possibilidade. “O primeiro sentimento que eu tive foi surpresa. Até porque eu esperava, mas Deus ainda continuou trabalhando e nos dando essa oportunidade de dar continuidade a um trabalho que já existe”, declarou.

O parlamentar destacou que pretende manter a mesma linha de atuação que teve em seu mandato anterior, marcada, segundo ele, pela produtividade e compromisso com a população. “Vou trabalhar da mesma forma, com a mesma responsabilidade que eu tive. Se pesquisar no Portal da Transparência, eu sempre fui o campeão de indicação, fui o vereador mais produtivo da legislatura”, afirmou. Ele também reconheceu que pretende melhorar a forma de comunicar suas ações. “A única coisa que farei diferente é divulgar melhor o meu trabalho. Todo o meu trabalho foi protocolado, é comprovado”, acrescentou.

Sobre prioridades, Hildegard reforçou que não pretende segmentar sua atuação por áreas específicas, mas sim atender às demandas gerais da população. “Meu mandato sempre foi participativo. Quem levava as demandas era a própria população, e eu as levava para a Câmara. Não vou ser um político que faz divisões. O político tem que trabalhar em prol do bem comum”, pontuou, criticando o que chamou de “divisão absurda” na política atual.

O vereador também relembrou um momento difícil vivido durante a última campanha eleitoral, quando perdeu a esposa. Segundo ele, o período de luto impactou diretamente sua atuação política naquele momento. “Eu entrei na campanha em luto. Fui guerreiro, mas coloquei a campanha na mão de outras pessoas. Meus filhos precisavam de mim. Não era para eu ser vereador naquele momento. Deus sabe de todas as coisas”, disse.

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