A Polícia Penal do Acre intensificou a fiscalização de presos monitorados por tornozeleira eletrônica em áreas de vulnerabilidade social. Nesta semana, equipes da Divisão de Monitoramento Eletrônico (DME) e da Diretoria de Operações Penitenciárias (DEOP) realizaram rondas ostensivas nos bairros Papouco e Preventório, em Rio Branco.
O foco da ação foi fiscalizar o cumprimento das medidas judiciais por monitorados que vivem em regiões consideradas sensíveis. Segundo a Polícia Penal, essas áreas concentram maior número de pessoas em cumprimento de pena com monitoramento eletrônico e, muitas vezes, em situação de vulnerabilidade social.
Durante as rondas, os agentes da DME/DEOP fazem a conferência presencial dos monitorados. A equipe verifica se a tornozeleira está ativa e sem violação, se o monitorado está no perímetro determinado pela Justiça, condições de cumprimento da medida, horários, áreas de exclusão, trabalho situação social, se há risco de reincidência por falta de assistência.

A Polícia Penal informou que a operação reforça o compromisso com a prevenção e o acompanhamento de quem cumpre pena fora do presídio. As rondas também aumentam a presença do Estado em bairros com altos índices de criminalidade, inibindo novas violações e dando resposta rápida a alertas do sistema.
O monitoramento eletrônico funciona 24h, mas as rondas físicas são fundamentais para conferir se o equipamento não foi danificado e se o monitorado mantém a rotina imposta pela Justiça. Em caso de violação, a equipe já está na rua para agir imediatamente.
A Polícia Penal destacou que as rondas são periódicas e seguirão ocorrendo em outros bairros de Rio Branco.
O órgão reforçou que atua com “responsabilidade, estratégia e proximidade com a comunidade” para garantir o cumprimento das decisões judiciais e a segurança pública.
