Sob forte comoção, o corpo do professor de matemática Carlos Henrique Santos Espíndola foi sepultado na tarde desta quinta feira (19) no cemitério Morada da Paz, em Rio Branco.
O educador que atuava no município de Sena Madureira, no interior do Acre, ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Pronto Socorro de Rio Branco, onde tratava de complicações decorrentes a uma pancreatite.
Na noite da última terça-feira (17) a família informou que ele teve morte cerebral confirmada e explicou que os aparelhos ainda mantinham seu coração funcionando, porém, os rins não respondiam sem o auxílio dos aparelhos de diálise.
De acordo com informações, Carlos começou a passar mal há cerca de um mês. Seu diagnóstico informava que ele estava com pancreatite. O quadro clínico se agravou após alguns dias internado no hospital geral de Sena Madureira, e teve que ser transferido com urgência para a capital onde permaneceu até a última quarta feira (18).
Carlos Henrique foi empossado no dia 21 de janeiro como servidor público da Secretaria de Estado de Educação do Acre. Ele lecionava na Escola Estadual de Ensino Médio Dom Júlio Martioli.
A morte precoce do educador abalou familiares, amigos e a comunidade escolar na qual ele pertencia.
Seu sepultamento foi marcado por muita emoção e tristeza de familiares e amigos mais próximos.

