O senador Márcio Bittar (PL-AC) se manifestou nas redes sociais nesta terça-feira, 24, após a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou o ex-presidente Jair Bolsonaro a deixar a unidade prisional onde estava detido, em Brasília, para cumprir prisão domiciliar pelos próximos 90 dias.
Na publicação, Bittar afirmou que a medida representa um alívio para Bolsonaro, embora aponte que a pena segue sendo cumprida. “O presidente Bolsonaro finalmente vai ter um pouquinho de sossego. Ele vai pra sua casa. Ainda é prisão, prisão domiciliar. Mas pelo menos ele vai poder ficar perto da sua esposa, da nossa querida primeira-dama Michelle Bolsonaro e dos seus filhos”, declarou.
O senador também manifestou apoio ao ex-presidente e disse que continua em oração por sua liberdade. “As nossas orações nós continuaremos. Porque o que queremos mesmo é que ele esteja livre. Andando junto conosco, fazendo o que ele ama”, acrescentou.
A mudança de regime foi autorizada após o agravamento do estado de saúde de Bolsonaro, diagnosticado com broncopneumonia. Ele chegou a ser encaminhado à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular após apresentar febre e dificuldades respiratórias.
O pedido contou com aval da Procuradoria-Geral da República (PGR), que considerou mais adequado o tratamento fora do sistema prisional diante das condições clínicas do ex-presidente. A avaliação é de que o ambiente carcerário não oferece estrutura adequada para a recuperação.
Condenado a mais de 27 anos de prisão por envolvimento em tentativa de golpe de Estado, Bolsonaro passa a cumprir a pena em regime domiciliar, sob monitoramento.

