O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, afirmou que trabalha para eleger uma bancada alinhada ao seu grupo político nas eleições de 2026. Em declaração nesta segunda-feira (30), ele detalhou as expectativas para a disputa proporcional e indicou otimismo com o desempenho das chapas.
Segundo Bocalom, a meta é garantir ao menos uma vaga na Câmara dos Deputados, com possibilidade de ampliar a representação. “A gente pegou a coisa andando, já no final de tudo, onde a grande maioria daqueles potenciais políticos que já são da área, já começaram a tomar seus caminhos, mas nós conseguimos trazer um grupo grande de pessoas, principalmente empresários, que vão participar ativamente desse processo, então eu estou feliz que nós estamos fechando uma chapa de deputado federal que vamos eleger um com certeza, talvez a gente busque mais um ou dois, dependendo como ficará o fechamento até o dia 4”, afirmou.
Para a Assembleia Legislativa do Acre, o prefeito projetou um desempenho ainda mais expressivo, com expectativa mínima de três eleitos. “Eu não tenho dúvida que faz no mínimo três. Então tudo depende das conversas que está tendo. Nós temos gente do Juruá se filiando, gente do Alto Acre se filiando, e se Deus quiser, nós vamos estar muito bem representados em Brasília e, evidentemente, na Assembleia Legislativa também. E nós estaremos no governo para fazer a grande diferença que precisa ser feita nesse Estado, recuperar esse Estado em pouco tempo”, disse.
O prefeito também comentou sobre a escolha do vice em uma eventual chapa majoritária, destacando que busca um nome de confiança e alinhado politicamente. “É claro que eu vou querer um vice que me dê tranquilidade, um vice que não crie problemas como a gente já viu casos por aí. Eu quero um vice como hoje eu tenho, como o Alysson Bestene, que está me dando tranquilidade, poder trabalhar o tempo que eu pude trabalhar na prefeitura, e eu deixando a prefeitura, eu sei que ele vai continuar o nosso trabalho de forma honesta, séria e fazendo sempre uma política no sentido de servir e não naquela velha política das panelinhas”, concluiu.
