O sorotipo 3 do vírus da dengue (DENV-3) voltou a circular no Brasil após cerca de 17 anos, gerando alerta no início de 2026 devido à baixa imunidade populacional, especialmente entre jovens. A linhagem, vinda do Caribe e Costa Rica, foi detectada com maior incidência em São Paulo, Minas Gerais, Amapá, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
Após longa ausência, o retorno do DENV-3 preocupa autoridades, pois grande parte da população não possui imunidade contra esse sorotipo, elevando o risco de surtos e reinfecções.
De acordo com dados epidemiológicos, a presença do Den-3 representa um risco maior para a saúde pública, já que pessoas que já tiveram dengue causada por outros sorotipos podem desenvolver formas mais graves da doença ao serem infectadas novamente.
As autoridades da Saúde no Acre alertam para cuidados após o vírus começar a circular no estado vizinho de Rondônia. O sorotipo 3 do vírus da dengue (DENV-3) retornou à circulação em Rondônia em 2026, acendendo alertas de autoridades de saúde devido ao longo período sem circulação e à baixa imunidade populacional. O cenário exige intensificação das ações de combate ao Aedes aegypti para evitar surtos e casos graves da doença no estado.
Atualmente, apenas os sorotipos DENV-1 e DENV-2 foram identificados no Acre. No entanto, no Brasil circulam os quatro tipos da dengue, e a reintrodução do DENV-3, especialmente durante o período de maior transmissão, representa um risco adicional para o estado.
