Após a promotora do Ministério Público do Acre, Giucely Evangelista, afirmar que recebeu da própria Secretaria de Saúde do Estado (Sesacre) a informação de que o gargalo que impede de ter médicos especialistas no interior se deve a não efetivação do PCCR, o secretário de Articulação do Governo, Luiz Calixto, afirmou que o interesse de efetivar o PCCR não é somente do Ministério Público, mas também do próprio estado.
Calixto voltou a afirmar que a Sesacre contratou um instituto para realizar o estudo sobre o PCCR e que o governo deseja resolver a situação.
“O maior interessado é o próprio Estado. Na hora que a situação fiscal permitir o faremos”, garantiu.
Giucely Evangelista defendeu que o PCCR é peça-chave para garantir a fixação de especialistas no interior do Estado.
Giucely Evangelista informou que foi solicitado ao Estado a adoção de medidas urgentes ou a apresentação de um planejamento em até 60 dias para enfrentamento do problema. Entre as alternativas discutidas está a possibilidade de atuação por meio de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), embora essa não seja a solução prioritária defendida pelo MP.
