Um grupo de manifestantes se reuniu na manhã de domingo, 1º, em frente ao Palácio Rio Branco, no Centro de Rio Branco, para pedir justiça pela morte do cão comunitário conhecido como Orelha, vítima de agressões em uma praia de Florianópolis, em Santa Catarina.
O ato foi organizado pela Associação Patinha Carente e contou com a participação de protetores independentes, voluntários da causa animal e tutores acompanhados de seus pets. Durante a mobilização, os participantes exibiram cartazes e pediram punição aos envolvidos no caso, além de medidas mais rigorosas de proteção aos animais.

De acordo com informações divulgadas pelas autoridades, o animal foi espancado e, em razão da gravidade dos ferimentos, precisou ser submetido à eutanásia. O caso passou a ser investigado pela polícia local.
Os suspeitos são quatro adolescentes. Dois deles estavam fora do país em viagem familiar aos Estados Unidos e retornaram ao Brasil na última quinta-feira, 29, após o avanço das investigações.

Manifestações semelhantes ocorreram em outras cidades brasileiras. Em São Paulo, participantes ocuparam a Avenida Paulista em frente ao Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), pedindo responsabilização dos envolvidos. Já em Curitiba e Toledo, moradores, organizações não governamentais e protetores de animais também realizaram atos para cobrar rigor nas investigações.
Os protestos integram uma mobilização nacional motivada pela repercussão do caso e pelas demandas por combate aos maus-tratos contra animais.

