quinta-feira, 8 janeiro 2026

Foragido da Justiça tem costelas quebradas e traumatismo craniano após ser agredido a ripadas em Rio Branco

Redação Folha do Acre

O foragido da Justiça José Costa de Paiva, de 42 anos, foi socorrido pelo Samu na manhã desta quinta-feira (08) após ser violentamente agredido a golpes de ripa. A violência aconteceu na Rua Tulipa, no bairro Jardim Primavera, em Rio Branco.

De acordo com informações obtidas no local, uma prima da vítima identificada como Leila, teria ido comprar pão e encontrou José em via pública todo machucado clamando por socorro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi informado. Diante das informações, a ambulância 01 de suporte avançado foi enviada para atender a ocorrência. Os socorristas prestaram os primeiros atendimentos no local e, logo após estabilizarem o paciente, ele foi encaminhado ao Pronto Socorro e entregue no Setor de Traumatologia para as devidas condutas da equipe médica plantonista.

A médica do Samu, Débora Gama, informou que José Costa sofreu um ferimento corte contuso (FCC), na cabeça, consequentemente um traumatismo craniano leve, teve o braço direito e as costelas fraturadas, além de vários hematomas pelo corpo, provenientes das agressões físicas. Contudo, seu quadro clínico foi considerado estável.

A Polícia Militar foi chamada, várias guarnições do 1º Batalhão foram ao local para obter informações sobre as circunstâncias da agressão. Ao realizarem uma pesquisa no sistema de segurança do Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP), foi revelado um mandado de prisão em desfavor de José Costa de Paiva, expedido pela Vara do Tribunal Regional Federal da 1º Região, pelo crime de estelionato, que consiste em obter vantagem ilícita para si ou para outra pessoa.

Assim que receber alta médica, José será encaminhado para a Delegacia Central de Flagrantes (DEFLA), e posteriormente conduzido ao complexo prisional de Rio Branco,  Francisco de Oliveira Conde (FOC), ficando à disposição da Justiça.

Familiares de José relataram também que ele é usuário de entorpecentes e costuma promover desordem na comunidade. “As agressões podem ter sido uma disciplina talvez por dívida de drogas”, relatou um familiar.

O caso poderá ser investigado pela Polícia Civil.

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