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Com apoio de Alan Rick, Instituto Léo Moura deve ampliar projeto esportivo no Acre

Com apoio de emendas do senador acreano, iniciativa prevê atender 5.300 crianças neste ano

Um sonho que começou pequeno e silencioso, em uma quadra da Cidade do Povo, hoje se espalha pelo Acre com a força de quem acredita na transformação pela prática esportiva. Nessa perspectiva, o Instituto Léo Moura iniciou suas atividades há quatro anos, com pouco mais de 300 alunos, e já projeta alcançar 5.300 crianças e adolescentes em 2026.

A expansão foi possível graças às emendas parlamentares do senador Alan Rick (Republicanos), que garantiram recursos para consolidar o projeto em sete municípios. “Nós começamos discretos, atendendo 340 alunos. Hoje já são 1.330 e vamos chegar a uma marca histórica”, afirma o presidente da entidade, Gabriel Brito.

A iniciativa também abraça os povos originários, como a aldeia da Terra Indígena Puyanawa, em Mâncio Lima, reforçando o caráter inclusivo da proposta. Para Brito, o impacto vai além da atividade física: “Mais que esporte, é chance de futuro para meninos e meninas entre 5 e 16 anos.”

Com a previsão de atender milhares de jovens, o Instituto Léo Moura se consolida como o maior projeto social esportivo em densidade no Acre. A trajetória, marcada por parcerias e persistência, mostra que a utopia de ontem pode se tornar realidade quando encontra apoio político e compromisso comunitário.

O programa, batizado de Passaporte para Vitória, nasceu com o futebol como porta de entrada, mas rapidamente se diversificou. Em Rio Branco, por exemplo, já funciona uma escola de vôlei, e a meta é ampliar para outras modalidades esportivas, como kung fu, jiu-jítsu, taekwondo e capoeira.

“Não é só bola no pé. É oportunidade, integração e mudança de vidas”, resume o presidente.

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