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“Acrelândia precisa ser vista como um município realmente produtivo”, diz prefeito Olavinho

Prefeito Olavinho Boiadeiro durante participação no FolhaCast/Foto: Folha do Acre

O prefeito de Acrelândia, Olavinho Boiadeiro (Republicanos), afirmou que o município precisa ser reconhecido, em nível estadual, como uma cidade produtiva e com forte potencial econômico. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o gestor destacou que Acrelândia não deve ser vista apenas pelo número de eleitores, mas pelos indicadores de produção e renda.

“Já está mais do que na hora de Acrelândia ser vista a nível de Estado como um município realmente produtivo. Não dá mais para ser vista só como um município que tem apenas oito mil votantes”, disse.

Olavinho ressaltou que a cidade se destaca na produção agropecuária, com liderança em segmentos como café, leite e banana, além de figurar entre os municípios com maior renda per capita do Acre.

“A Acrelândia precisa ser vista como o município de maior produção de café no Estado, de maior produção de leite, de maior produção de banana. Acrelândia precisa ser vista como um município é a quinta melhor renda per capita do Estado do Acre”, afirmou.

O prefeito também reforçou a intenção de disputar uma vaga na Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) nas eleições deste ano. Segundo ele, a pré-candidatura tem ganhado apoio popular e integra um projeto político construído junto ao grupo que o acompanha na gestão municipal.

“É uma eleição que não é fácil, mas eu acredito muito que a gente vai ter isso. As pessoas estão pedindo, e isso nos fortalece muito”, declarou.

Olavinho Boiadeiro já havia confirmado a pré-candidatura em junho de 2025, durante participação no podcast FolhaCast da Folha do Acre. Na ocasião, afirmou que a presença de um deputado estadual de Acrelândia poderia fortalecer a representatividade do município junto ao governo estadual.

“Se Acrelândia tiver um deputado estadual, a presença do Estado no município será maior, porque, de certo modo, somos um pouco esquecidos. Tem coisas que poderiam ser resolvidas mais rápido se tivéssemos um representante direto na Assembleia”, declarou à época.

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