Início / Versão completa
Cotidiano

Automedicação cresce e preocupa especialistas: até remédios comuns podem causar intoxicação e agravar doenças

Por Redação Folha do Acre 02/12/2025 09:24
Publicidade

Especialista da Afya Cruzeiro do Sul alerta para riscos que vão de alergias e úlceras ao aumento da pressão arterial e intoxicações

Publicidade

O consumo de medicamentos sem orientação médica segue crescendo no Brasil e acende um alerta entre profissionais de saúde. De acordo com dados nacionais, 30% dos casos de intoxicação registrados no país são consequência direta da automedicação, prática comum mesmo com remédios considerados “inofensivos”, como analgésicos e anti-inflamatórios.

Em Cruzeiro do Sul, a especialista Karine Oliveira, docente da Afya Cruzeiro do Sul, reforça que o hábito de se medicar por conta própria traz riscos que a maioria da população desconhece. “A automedicação envolve o uso de substâncias sem orientação adequada e, muitas vezes, em doses altas. Isso torna a prática perigosa, porque aumenta a chance de eventos adversos”, explica.

Embora muitos medicamentos sejam vendidos sem receita, isso não significa que são isentos de riscos. O uso inadequado pode provocar uma série de complicações. “Entre os problemas mais comuns estão gastrites, úlceras, aumento da pressão arterial, alergias, resistência ao uso de antibióticos e até intoxicação”, detalha Karine.

Publicidade

Anti-inflamatórios e analgésicos, por exemplo, lideram as estatísticas de reações adversas, principalmente quando usados de forma contínua ou combinados com outras substâncias.

Influência das redes sociais amplia comportamento perigoso

Para a especialista, a popularização de conteúdos nas redes sociais tem potencializado ainda mais a automedicação, especialmente entre jovens e adultos em busca de soluções rápidas para emagrecimento ou ganho de energia. “Com a facilidade de acesso à informação, muitas pessoas têm seguido recomendações de influenciadores e utilizando medicamentos de forma inadequada, inclusive os emagrecedores, sem prescrição médica”, alerta.

A tendência preocupa porque muitos desses produtos possuem mecanismos complexos de ação e podem afetar o sistema cardiovascular, metabólico e neurológico.

Karine orienta que alguns sinais devem acender o alerta e demandar atendimento imediato.

“Febre persistente, dor intensa que piora, falta de ar, alterações no nível de consciência e qualquer suspeita de reação alérgica ou intoxicação medicamentosa são motivos para interromper o uso e procurar assistência médica”, enfatiza.

Afya Amazônia

A Afya tem uma forte relação com a Amazônia, com 16 unidades de graduação e pós-graduação na Região Norte. O estado do Acre conta com uma instituição de graduação (Afya Cruzeiro do Sul). Tem ainda onze escolas de Medicina em outros estados da Região: Amazonas (2), Pará (4), Rondônia (2) e Tocantins (3). Além delas, a Afya também está presente na região com 3 unidades de pós-graduação médica nas capitais Belém (PA), Manaus (AM) e Palmas (TO).

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, reúne 38 Instituições de Ensino Superior em todas as regiões do país, 33 delas com cursos de medicina e 20 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde. São 3.653 vagas de medicina autorizadas pelo Ministério da Educação (MEC), com mais de 23 mil alunos formados nos últimos 25 anos. Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers. Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil, e “Valor 1000” (2021, 2023 e 2024) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em http://www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

Assessoria

Recomendado
Publicidade
Ver matéria completa no site
Página AMP gerada pelo Tupa AMP Pro com componentes válidos para AMP. Scripts comuns do tema são bloqueados nesta versão para reduzir erros de validação.