Corregedor e juiz da Corregedoria de Justiça visitam Iteracre

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Na manhã de sexta-feira (4), o corregedor-geral da Justiça, desembargador Nonato Maia, e o juiz auxiliar da Corregedoria da Justiça, Anastácio Menezes, visitaram a sede do Instituto de Terras do Acre (Iteracre), em Rio Branco.

Na ocasião, a presidente do Iteracre, Gabriela Câmara, apresentou aos membros do Judiciário os setores do Iteracre e todos os programas do governo para regularização fundiária, incluindo o programa Minha Terra de Papel Passado, Igreja Legal e o Iteracre na Minha Casa, que atende pessoas com limitações físicas.

“Além dos projetos também apresentamos o plano de trabalho que está em andamento neste ano de 2025. O governador Gladson Cameli tem um grande desejo no coração de mudar a realidade de milhares de famílias acreanas e pra isso estamos trabalhando e buscando parcerias importantes para construir as soluções”, disse Gabriela.

Na ocasião, os membros do Judiciário e a presidente do Iteracre trataram sobre a importância da integração com os cartórios e  o importante papel que os cartórios desenvolvem desde a identificação das matrículas até os registros dos títulos.

“Frisamos o quanto o governador Gladson Cameli tem priorizado a questão da regularização fundiária como uma pauta prioritária em seu governo e assim fazer valer o que a Constituição Federal trata sobre o direito da propriedade”, afirmou Câmara.

Outro tema tratado foi sobre o quanto a regularização fundiária é importante para trazer desenvolvimento social e econômico para o Acre.

Na ocasião da visita, o desembargador Nonato reforçou o compromisso com a pauta da regularização. Gabriela disse que isso a motiva ainda mais a seguir com o trabalho de transformar o Acre em uma terra de proprietários, diminuindo as diferenças e oferecendo segurança jurídica a todos.

“Agradecemos a visita do nobre desembargador e reforçamos nosso compromisso em trabalhar sem medir esforços para colocar o Acre como referência nesta pauta de regularização fundiária e para isso estamos buscando parcerias com instituições sérias e que, comprovadamente, tenham experiência na política pública de regularização”, concluiu Gabriela Câmara.

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