Após repercussão de linchamento de suposta inocente, delegados afirmam que facção pode ter executado a vítima

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Delegados falam sobre morte de mãe na Cidade do Povo/Foto: Folha do Acre

O caso da morte bárbara da moradora da Cidade do Povo, Yara Paulino da Silva, 27 anos, morta a pauladas e machadas, que foi primeiramente apontado como linchamento, agora tem sido investigado pela Polícia Civil como execução por membros de uma facção criminosa. A coletiva de imprensa sobre o linchamento foi concedida na manhã de terça-feira (25) pelos delegados Leonardo Ribeiro e Alcino Junior.

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A coletiva foi concedida horas depois da barbárie cometida contra Yara, que foi morta no meio da rua na Cidade do Povo e teve a cabeça esfacelada a machadadas.

“Temos informações de que pode ter sido ligada a facções criminosas, mas não podemos afirmar ainda”, disse o delegado Leonardo Ribeiro.

Yara foi brutalmente espancada a golpes de ripas e machado

Vale lembrar que nas primeiras imagens que foram divulgadas pela imprensa do local do linchamento era possível ver populares nas proximidades.

Segundo informações de repórteres experientes que cobrem a área policial, se tivesse sido uma execução feita por facções dificilmente os membros da facção ficariam aguardando pela polícia.

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