21 junho 2024

Situação dos leitos de UTI em Rio Branco continua preocupante; Sesacre deve criar plano de ação

Redação Folha do Acre

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De acordo com a última atualização do Observatório em Saúde do Governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), na manhã desta quarta-feira (17), a situação permanece crítica em relação aos leitos de UTI em determinadas unidades de saúde do Acre. O Pronto-Socorro de Rio Branco estava com todos os leitos de UTI ocupados nesta terça-feira, mas com a nova atualização feita às 10h30 da manhã, foi possível observar que voltou a ter dois leitos disponíveis. Enquanto que na Fundhacre, a situação não mudou, todos os leitos permanecem ocupados.

Enquanto isso, no hospital Santa Juliana, houve uma pequena mudança, pois nesta última atualização 18 leitos de um total de 20 estão ocupados, sendo que ontem, eram 17. O cenário também não é nada favorável no Hospital do Juruá, pois estava com 9 ocupados, de 10. Porém, amanheceu com toda a capacidade lotada. Com isso, o cenário de saúde está cada vez pior com grande possibilidade de não conseguir atender todo mundo.

Por isso, a Sesacre, se manifestou e afirmou que estão atentos a esses fatos e que em breve devem divulgar um plano de ação. Além disso, deixa claro que essa alta demanda não é apenas por doenças como a dengue, mas uma junção de fatores como acidentes, traumas e pós-cirúrgicos.

“Estamos sim atentos a essa necessidade e trabalhando em um plano de ação que será divulgado nos próximos dias. A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) informa que está intensificando seus esforços no enfrentamento da atual demanda de leitos de UTI e hospitalares, resultante do aumento de casos de emergências clínicas, acidentes, traumas e pós-cirúrgicos”, esclarece.

Segundo a Fundhacre, nem todas estas questões de urgência como Covid-19 e dengue não são na Fundação, porque é um hospital de regulação. Por isso, as UTIs da instituição não comportam problemas de saúde desse tipo. São somente para pacientes que realizaram procedimentos cirúrgicos na própria unidade.

“Essas questões de urgência e emergência quando se trata de Covid-19 e dengue não é na Fundhacre, porque a Fundhacre é um hospital de regulação, tanto que para um paciente fazer uma cirurgia e realizar um procedimento cirúrgico, se ele estiver gripado com dengue, Covid-19, ele não pode nem fazer o procedimento”, explica.

Informações agazeta.net

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