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Mulher deficiente é vítima de estupro coletivo durante festa no Acre; suspeitos são vizinhos

Por Redação 22/06/2023 19:12
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Uma mulher com deficiência foi vítima de estupro coletivo durante uma festa na zona rural de Acrelândia, no interior do Acre. O crime foi flagrado pelo marido da vítima, que teria sido levada para uma área distante por três homens.

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Os suspeitos são vizinhos do casal. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil nesta quinta-feira (22). A polícia disse que o crime ocorreu há cerca de 13 dias em uma comunidade na zona rural.

Por medida de segurança, a polícia repassou o nome da localidade para que a vítima não seja reconhecida. A Polícia Civil foi informada do crime por familiares da vítima e foi até a comunidade. Os suspeitos não foram encontrados, mas a polícia pediu a prisão preventiva deles e aguarda a liberação da Justiça.

A mulher foi ouvida pelos policiais, levada para a área urbana da cidade e, posteriormente, encaminhada para Rio Branco para atendimento médico.

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Mandados de prisão

O delegado de Acrelândia, Dione Lucas, confirmou que pediu a prisão preventiva dos suspeitos há cerca de 10 dias, contudo, até esta quinta, os mandados judiciais não foram liberados. A demora seria a ausência de um promotor do Ministério Público Estadual (MP-AC) na cidade.

“Não posso dar detalhes da investigação porque está sob sigilo. Já representei por essas prisões”, resumiu o delegado.

O pedido de prisão é encaminhado para o juiz, que consulta o MP-AC – titular da ação penal – e decide se decreta ou não a prisão do investigado.

A reportagem entrou em contato com o MP-AC e aguarda retorno.

Outro caso que aguarda a expedição de mandados judicias é referente a tentativa de feminicídio registrada na cidade na última segunda-feira (19). Francimar Vitória de Oliveira é suspeito de esfaquear várias vezes a ex-namorada Ivanir de Paula, na frente da filha pequena dela.

Ele fugiu após o crime. Policiais fizeram buscas para prendê-lo em flagrante na segunda, mas não conseguiram. Nessa quarta (21), ele se apresentou na delegacia de Acrelância com um advogado, foi ouvido e liberado por não ter mandado de prisão contra ele.

O suspeito ainda teria encaminhado um áudio para a vítima fazendo ameaças. “Isso é para tu parar de mentir para homem. Estou saindo fora agora, descendo para Extrema, passar uns dois anos foragido, mas quando eu voltar nós vamos ter outra conversa.”

A Polícia Civil afirmou que só teve conhecimento do áudio após a liberação do suspeito.

Nesta quinta-feira (22), o MP-AC divulgou que pediu a prisão de Francimar de Oliveira. O pedido de prisão preventiva foi assinado pelo promotor de Justiça Flávio Bussab.

G1/AC

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