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Ministra Damares Alves diz que irá ajudar mulher que deu a luz à bebê em calçada no Acre

POR Marcos Dione

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, compartihou em suas redes sociais nesta quarta-feira (26) o vídeo que mostra uma mulher em situação de rua que deu a luz à uma bebê na calçada da Avenida Getúlio Vargas, na frente da maternidade pública de Rio Branco. Damares mostrou-se chocada com a situação e disse que sua equipe irá ajudar mãe e filha.

“Esse é um flagrante de inúmeras denúncias que recebemos todos os dias aqui em nosso Ministério. A violência neste vídeo é violência contra duas vidas, a da mãe e do bebê. Essa mulher está desnorteada, essa mulher está sozinha, essa mulher está na rua. Essa mulher deveria estar num lugar aconchegante tendo todo o direito ao parto. O bebê está jogado numa calçada chorando, ele deveria estar num lugar protegido de contaminação”, escreveu.

A ministra do governo federal segue a publicação afirmando que: “Na gravação, é possível ouvir ima pessoa passar e a repreender”, e questiona: “Entende agora o trabalho de um Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos?”.

Damares Alves conclui o post comunicando que a equipe do ministério irá ajudar tanto a mulher quanto a criança. “Minha equipe já está buscando a criança e a mamãe. Vamos ajudar a ambos”.

O fato aconteceu na manhã da última terça-feira (25) e conforme a Folha do Acre noticiou em primeira mão, a mulher em situação de rua que tem problemas de saúde mental entrou em trabalho de parto na rua. Um homem que presenciou o fato buscou ajuda na recepção da maternidade, mas a equipe teria se negado a ir socorrer a mulher.

Ao retornar ao local onde a mulher estava o homem já encontrou ela em pé e a criança caída no chão em meio ao sangue. Uma outra mulher que passava na hora pegou a bebê e a levou até a maternidade. O homem gravou a situação e o vídeo viralizou nas redes sociais, chocando a população acreana.

VERSÃO DO ESTADO

Em nota, a Secretaria Estadual de Saúde do Acre (SESACRE), negou que a equipe da Maternidade e Clínica de Mulheres Bárbara Heliodora tenha negado atendimento à mulher. A nota diz, ainda, que a foi solicitado atendimento psiquiátrico para a mãe e que o Conselho Tutelar foi contatado pata tomar as medidas cabíveis no cuidado do recém nascido.

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