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sábado 22 janeiro 2022

Adolescente de 17 anos esfaqueia a namorada por não aceitar separação

POR Redação Folha do Acre

Menor foi apreendido e vítima, que tem 22 anos, está internada em estado grave no Hospital do Juruá em Cruzeiro do Sul.

Um adolescente de 17 anos foi apreendido, nesta quinta-feira (30), na cidade de Porto Walter, no interior do Acre, após desferir pelo menos seis facadas contra a namorada, Marleide Ferreira, de 22 anos, por não aceitar o fim do relacionamento.

A apreensão do menor foi uma ação conjunta das Polícias Civil e Militar. De acordo com o delegado Rafael Távora, o ato infracional análogo a tentativa de feminicídio ocorreu no dia 25 de dezembro na mesma cidade onde o menor foi apreendido.

“Não satisfeito com o término do relacionamento, procurou a ex-namorada para conversar. Ela se recusou. Então, ele foi na cozinha da casa da vítima, pegou a faca e a esfaqueou seis vezes. Ele forçou que ela fosse até a área de casa. Agora, ela está em estado gravíssimo no hospital”, disse o delegado.

Após ser apreendido, o menor foi levado para a cidade de Cruzeiro do Sul. A jovem está internada no Hospital Regional do Juruá, também em Cruzeiro do Sul.

O delegado ainda alerta às mulheres que devem ficar atentas aos sinais de violência e também para os números crescentes no final deste ano.

Nas últimas semanas, este é pelo menos o terceiro caso de agressão a mulheres por parte dos companheiros. A atendente de panificadora Fernanda Neiva da Cunha, de 29 anos, foi uma destas vítimas. No último dia 19, ela levou oito facadas quando voltava para casa, no bairro Chico Mendes, em Rio Branco, e o principal suspeito é o ex-marido, Carlos Alberto Lima, também de 29 anos.

Outro caso recente foi o da estudante Emely Juliana, de 22 anos, que caiu de um carro em movimento durante uma briga com o namorado Lucas Oliveira, de 26. O caso ocorreu na madrugada de domingo (26) na Avenida Antônio da Rocha Viana, na capital acreana. Imagens de câmeras de segurança mostraram o momento. Ela acusa o namora de tê-la empurrado. Ele nega.

“A vítima deve seguir seu instinto, se começa com um empurrão, a tendência é que evolua e pode acontecer como em Porto Walter em que a vítima foi praticamente morta”, pontuou.

G1

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