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Rio Branco, Acre,

 

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Prefeito Camilo e secretária de Educação discutem pagamento do piso nacional do magistério e valorização dos servidores de apoio

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Em Plácido de Castro, o prefeito Camilo Silva (PSD), e sua equipe de governo se reuniram, na noite de segunda-feira (24), para discutir a nova lei de gestão do município. Tendo como pauta a discussão das regras da votação para direção das escolas municipais, que será realizada no final de ano.

Outra da pauta da reunião foi a valorização dos servidores de apoio de Plácido de Castro e o pagamento do piso nacional para professores com carga horária de 25 horas, conforme determinação da Portaria Interministerial MEC/ME 3/2019, do dia 23 de dezembro de 2019, que trouxe  a nova estimativa do pagamento para educadores.

Na terra do herói da revolução acreana, o prefeito Camilo Silva, o vice-prefeito Enilton Pena e mais sete vereadores (entre eles o presidente da Câmara) são professores, ou seja, conhecem a realidade de quem vive o dia a dia nas salas de aulas. Por isso, eles sabem que é preciso adequar o salário dos educadores do município e valorizar quem contribui para o futuro do país. “Existe um PCCR dos professores de Plácido de castro, mas o valor do salário está defasado em mais de 400 reais. Então, junto com nossa equipe de governo, sindicato e a Câmara de Vereadores vamos corrigir e fazer valer o que dissemos em campanha”.

Na jornada de 25 horas semanais ou de 125 mensais, o piso terá valor de R$ 1.803,84, conforme determina o MEC a partir de 2020.  O que será implantado em Plácido de Castro.

O prefeito Camilo também vai garantir que seja feito justiça aos servidores de apoio do município. Atualmente essa classe de trabalhadores recebem menos de um salário mínimo, mas será votado uma nova tabela salarial, que visa garantir provento de forma digna aos que contribuem pelo município. Segunda a secretária  de Educação,  Francinilda de Souza Marques, o piso salarial dos professores  no município  está defasado desde 2015. ” Desde 2015 estamos recebendo R$ 1.460, o que representa  uma defasagem de mais de quatrocentos  reais. Em relação aos servidores  de apoio, eles recebem na carteira  menos que o mínimo. Então, mensalmente  precisamos fazer uma complementação. Daí, a importância  de aprovarmos essa nova tabela  salarial  e pagar o piso dos professores”.

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