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Rio Branco, Acre,

 

Polícia

Corpo de recém-nascida achada morta após ser amamentada pela mãe é liberado do IML como ‘causa desconhecida’

Redação Folha do Acre

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Laudo cadavérico que vai determinar causa da morte deve sair em 30 dias. Criança foi achada pelo pai na madrugada dessa segunda-feira (29) no bairro Jorge Lavocat, em Rio Branco. Após saber da morte da filha, mãe saiu desesperada e sumiu.

O corpo da recém-nascida achada morta nessa segunda-feira (29) foi liberado do Instituto Médico Legal (IML) como ‘causa desconhecida’ para ser sepultado. A bebê foi encontrada já sem vida pelo pai após ela ser amamentada pela mãe. O caso ocorreu no bairro Jorge Lavocat, em Rio Branco. Ao saber da morte da filha, a mulher correu desesperada e sumiu.

Conforme o IML, o laudo cadavérico feito pelo legista que determina a causa da morte deve ficar pronto em um prazo de 30 dias. O corpo da bebê, de apenas três semanas de vida, foi liberado ainda nessa segunda.

Até esta terça (30), a mulher não foi localizada e ouvida pela polícia. O companheiro dela e pai da criança falou para a polícia que a mulher é usuária de drogas.

O homem ligou para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) pedindo socorro e dizendo que tinha encontrado a filha já sem vida na cama. No registro da ocorrência, o pai falou que a companheira tinha amamentado a criança por volta das 3h30 e ele foi dormir. Ao levantar, por volta das 5h, o homem foi olhar a criança e ela estava morta.

A investigação do caso vai ser coordenada pela Delegacia da 5ª Regional da Polícia Civil. Ao G1, o delegado José Adonias disse que ainda aguarda o procedimento da DHPP para tomar ciência de todas as informações sobre o caso.

Os relatos coletados, segundo o delegado, apontam que a mãe da criança tinha usado drogas na mesma noite. A polícia descobriu também que outra filha da mulher teria morrido em uma situação semelhante.

“Tudo vai depender do laudo, temos algumas informações, inclusive, que é a segunda morte parecida de filho dela. Mas, não podemos afirmar nada nesse momento. Ela [mãe] não é suspeita, não podemos tratá-la assim. Temos algumas informações, mas aguardamos o laudo”, reforçou.

G1

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