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Rio Branco, Acre,

 

Opinião

Como os interesses políticos de Márcio Bittar podem atrapalhar a boa gestão da SEPA

Gina Menezes

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Das poucas secretarias que vai muito bem, obrigada, é a Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio (SEPA). Trocar de direção deixando para trás um bom planejamento, trabalho promissor e uma leva de produtores insatisfeitos por não entenderem porque acordo de caciques políticos lá do alto escalão pode atrapalhar a vida de quem sonha com uma vida produtiva melhor.

Um suposto acordo feito entre o senador Márcio Bittar (MDB) e o governo do Estado garantiria que Nenê Junqueira, apadrinhado de Bittar, assuma o lugar de Edivan Maciel. Edivan é daqueles caras técnicos, preparados, alheios a picuinhas e que vem desenvolvendo um excelente trabalho, contando com apoio dos produtores, mas sem o protetor político. E ter essa “proteção” de um cacique parece mais importante que a competência nesse estado. Infelizmente.

A SEPA tem sido até aqui uma secretaria promissora e o secretário Edivan tem se entendido com seu público alvo, os produtores. Tanto tem se entendido que há manifestações de apoio a ele em várias plataformas de redes sociais. Triste imaginar que uma indicação ‘empurrada goela abaixo’ dos produtores jogue por terra um dos projetos mais propagados pelo governo Cameli: o avanço da produção e agronegócio.

Nenê Junqueira, o indicado de Bittar, embora ele negue que seja, é presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes e Derivados do Acre. Ele está ligado à indústria e não aos produtores.
Nenê está para a SEPA assim como Adelaide de Fátima estava para o IMAC.

Esperemos que o governador tenha sensibilidade para ouvir a voz dos produtores e não ceda à pressão de senador ou qualquer outro político.

*Gina Menezes é jornalista, colunista política e sócia-fundadora do jornal Folha do Acre.

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