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Vídeo mostra corpos acumulados em necrotério do PS de Rio Branco: ‘Nossa triste realidade’, diz diretor

Redação Folha do Acre

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Ao menos oito corpos são mostrados em uma sala do pronto-socorro da capital em vídeo que circulou nas redes sociais na noite dessa segunda-feira (1). Diretor informou que vídeo deve ter sido feito pela manhã de segunda, quando realmente tinham muitos corpos de vítimas da noite de domingo (28) e da madrugada, uma vez que não há serviço de sepultamento à noite.

Um vídeo mostra corpos acumulados no necrotério do pronto-socorro de Rio Branco, uma das unidades de saúde da capital que atende pacientes com Covid-19. As imagens que mostram ao menos oito corpos em uma sala do hospital circularam nas redes sociais na noite dessa segunda-feira (1) e viralizaram.

O diretor da unidade, Areski Peniche, confirmou nesta terça (2) que se trata do necrotério do hospital e que o vídeo deve ter sido feito nas primeiras horas dessa segunda. Isso porque, segundo ele, tiveram vários óbitos durante a noite de domingo (28) e a madrugada de segunda e não há serviço de sepultamento à noite.

“Com relação a essas imagens que estão circulando, provavelmente foram feitas na manhã de ontem, porque tivemos diversos óbitos na madrugada de domingo para segunda e, como não temos serviço de sepultamento à noite, nem na madrugada, esses cadáveres acabaram se acumulando dentro do necrotério, mas, durante a manhã, os familiares foram retirando os corpos e providenciando os procedimentos funerários”, afirmou Peniche.

Ainda sobre a situação, ele disse que é “muito grave” e que somente nesta terça o necrotério da unidade está com dois cadáveres e as famílias já foram avisadas e providenciam os sepultamentos.

“A situação está muito séria, infelizmente uma boa parcela da população continua aglomerando em locais públicos e nos hospitais vão se aglomerando cadáveres. Essa é nossa triste realidade, os trabalhadores estão se dedicando demais, a Secretaria de Saúde tem feito uma ação incansável, incessante no intuito de garantir os insumos, medicamentos, garantir que a população tenha atendimento. Mas chegou um limite, onde não se tem mais como ampliar serviços, não se tem mais como criar novas estruturas.”

G1

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