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Rio Branco, Acre,

 

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“Queremos um prefeito não um delegado”, protestam servidores de Epitaciolândia que tiveram salários cortados

Gina Menezes

Publicado

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A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), Rosana Nascimento, afirmou nesta segunda-feira (22) que os servidores da educação de Epitaciolândia receberam menos de um salário mínimo no último vencimento.

A sindicalista afirmou que os servidores da educação de Epitaciolândia estão revoltados com o corte nos salários.

“Os funcionários da educação estão revoltados com o prefeito que cortou seus salários deixando-os recebendo menos do que salário mínimo. Pagou R$ 400, 500 reais aos servidores nesse mês de janeiro”, denunciou.

Uma funcionária pública daquela cidade, Tânia Marques Rodrigues, também usou as redes socias para protestar.

“Funcionários da educação pedem socorro. Como viver com um salário base de R$ 750 reais?”, questiona.

A reportagem da Folha do Acre entrou em contato com o prefeito de Epitaciolândia, Sérgio Lopes, que afirmou que o que aconteceu foi o cumprimento de uma determinação jurídica para que o município se adequasse à Lei de Responsabilidade Fiscal e frisou ainda que a medida não atinge professores.

“Somente o pessoal de apoio que foi afetado temporariamente, pois estamos buscando uma solução e nos comprometemos em repor no futuro quando tudo tiver legalizado”, diz.

Sérgio Lopes diz que a confusão se deu porque em 2016 foi dado um aumento ao pessoal de apoio da educação que foi considerado ilegal e, portanto, dois prefeitos foram multados por conta disso e ele apenas resolveu cumprir a lei.

“O TCE já havia considerado ilegal. Os ex-prefeitos André Hassem e Tião Flores foram multados por conta disso e nós estamos seguindo apenas orientação jurídica, mas já nos comprometemos com a categoria a repor o percentual assim que possível. Lamentável saber que tem pessoas se aproveitando politicamente desse fato. Vi fotos onde pessoas que foram derrotadas na eleição passada e que não são da educação aparecem em protesto”, diz.

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