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Rio Branco, Acre,

 

Política

“Entre a vida das pessoas e a economia vamos salvar vidas”, diz governador Gladson Cameli

Redação Folha do Acre

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Após o anúncio da regressão de faixa que deixou o Acre em alerta, devido à lotação de leitos hospitalares e aumento do número de casos por coronavírus, o governo precisou impor medidas mais rígidas para conter a propagação da doença e evitar que a estrutura da saúde pública entre em colapso, passando pelo mesmos problemas vivenciados pelo Estado do Amazonas.

A fim de esclarecer essas novas medidas, o governador Gladson Cameli dedicou esta quarta-feira, 3, para o atendimento dos veículos de imprensa, agradecendo pela contribuição na propagação da informação e por ter lhe cedido oportunidade de ser transparente quanto às razões de suas ações voltadas únicas e exclusivamente para a preservação da vida.

Durante as quatro entrevistas em distintos canais de informação, três assuntos foram abordados: ocupação de leitos, estruturação da saúde pública e medidas de regulação das atividades comerciais.

Sobre Leitos

Segundo o secretário de estado de saúde, Alysson Bestene, o Acre dispõe atualmente de 70 leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI), estando apenas cinco desses desocupados. Quanto aos leitos clínicos são 200, e no Instituto de Traumatologia e Ortopedia do Acre (INTO), local onde estão sendo atendidos os pacientes com coronavírus, 80 já estão ocupados. Para o governador Gladson Cameli, “estamos vivenciando um momento crítico e a necessidade prioritária é de salvar vidas”.

“Quero deixar claro que não sou de acordo em restringir as pessoas, fazendo com que elas deixem de trabalhar. Até porque para o estado, que arrecada imposto e precisa de uma economia estabilizada, isso é extremamente necessário, mas diante de tal problema, no qual temos que decidir entre a vida das pessoas e a continuidade da economia, só temos um caminho mais sensato: salvar vidas. Precisamos ter essa conscientização de que se cumprirmos as regras, podemos voltar à normalidade mais rápido, mas se continuarmos como estamos, chegaremos ao colapso, assim como em Manaus e não quero que isso aconteça aqui”, disse o governador.

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