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Rio Branco, Acre,

 

Polícia

Após fechamento do comércio, vídeo mostra confusão entre comerciantes e PMs em Rio Branco

Redação Folha do Acre

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Confusão ocorreu nesta terça (2), quando comerciantes retiravam mercadorias do Aquiri Shopping após decreto que colocou Acre na faixa de emergência novamente. Permissionário tentou entrar, foi barrado e PM foi chamada.

A suspensão das atividades não essenciais para conter o avanço do novo coronavírus no Acre, determinada pelo governo na noite de segunda-feira (1), gerou uma confusão na manhã desta terça (2) no Aquiri Shopping, em Rio Branco. Um vídeo, que viralizou nas redes sociais, mostra uma confusão entre policiais militares e um comerciante.

O Acre voltou para a fase de emergência, representada pela cor vermelha, que suspende as atividades não essenciais, quase um ano após o início da pandemia. O estado registrou os primeiros casos de Covid-19 no dia 17 de março de 2020. Nesta terça, o estado acreano ultrapassou os 49 mil casos da doença.

O desentendimento teria ocorrido quando os fiscais da prefeitura orientavam e auxiliavam os comerciantes a retirarem alguns pertences e objetos dos estabelecimentos para levar para casa enquanto pendurar o decreto de suspensão das atividades. Para não gerar aglomeração, os fiscais estavam permitindo a entrada de um grupo pequeno de comerciantes por vez no shopping.

Um permissionário, que tinha esquecido a carteira com dinheiro dentro do estabelecimento, tentou entrar novamente e começou a discutir com um porteiro. Para conter a situação, a Polícia Militar foi acionada e retirou o homem. As informações são do Sindicato dos Camelôs.

“Fizemos um protocolo para entrarem 20 pessoas e passarem 15 minutos. Como vai fechar, sugerimos que as pessoas entrassem no shopping e pegassem algumas mercadorias para vender em casa. Chegou um rapaz, que tinha deixado a carteira com um dinheiro lá, e o rapaz que estava na porta da empresa barrou ele. Houve um princípio [de confusão] e o policial retirou ele de lá”, destacou o presidente do sindicato, José Carlos Juruna.

Em nota, o Gabinete Militar da prefeitura afirmou que os comerciantes não foram proibidos de entrar nas lojas. A retirada dos objetos estava sendo feita de forma tranquila até a chegada do comerciante, que chegou a forçar o portão para entrar.

“O policiamento foi acionado pois, ele não atendia as orientações passadas. O policial precisou escoltar o rapaz e se posicionar de maneira mais firme para que tudo fosse feito da melhor maneira possível. É importante ressaltar que essa ação foi de comum acordo entre a administração do shopping e o sindicato da categoria. A partir de amanhã [quarta,3], os lojistas terão uma hora pela manhã para irem às suas lojas, verificar suas mercadorias, abrir para ventilação, e retirar produtos caso precisem”, afirmou o coronel Ezequiel Bino, comandante do Gabinete Militar.

O G1 não conseguiu contato com o comerciante envolvido na confusão.

Pedido de reabertura

Juruna contou que os comerciantes o chamaram para que ele acalmasse o comerciante. O autônomo foi acompanhado pelo presidente até a loja, pegou a carteira e saiu. Na quarta (3), Juruna disse que a categoria vai apresentar um protocolo sugerindo a reabertura do shopping popular.

“Ele [comerciante] estava apressado para pegar o dinheiro na carteira que tinha deixado lá. Era uma coisa que acontece em qualquer lugar. O pessoal foi retirando a mercadoria, não sabemos como vai ficar, mas amanhã [quarta, 3] vamos apresentar um protocolo sanitário para a prefeitura e o governador para que o shopping possa reabrir dentro dos critérios necessários e daquilo que a gente programou”, frisou.

G1

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