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Rio Branco, Acre,

 

Polícia

MP apura caso de prática sexual entre alunos de escola agrícola do Acre

Redação Folha do Acre

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Caso ocorreu no início de 2018, informou o coordenador estadual do Núcleo de Educação de Acrelândia. Na época, ele disse que foram feitas várias ações e não foram registrados mais casos.

Após receber uma denúncia, o Ministério Público do Acre (MP-AC) instaurou um procedimento para apurar suposto ato sexual entre dois alunos menores de idade da escola Agrícola de Ensino Técnico Jean Pierri Migam, em Acrelândia, no interior do Acre. Portaria foi publicada no Diário do MP, na segunda-feira (11).

“Considerando que chegou ao conhecimento desta Promotoria de Justiça informações de suposta prática de ato sexual entre menores dentro dos domínios da Escola agrícola EFA Jean Pierri Migam, de tal sorte que, restou instaurado, inicialmente, notícia de fato, e que o prazo de tramitação da notícia expirou, havendo também a necessidade de regularização do feito”, pontua o documento sobre a instauração do procedimento.

A finalidade do procedimento é colher mais informações sobre o caso. O órgão pede ainda que a delegacia do município seja oficiada para apurar se houve infração penal.

O coordenador do núcleo de Educação do Estado na cidade, Ricardo Modesto, contou ao G1 que o caso aconteceu ainda no ano de 2018 e que na época foi feito trabalho educativo juntamente com o MP e Conselho Tutelar da cidade para orientar os jovens envolvidos e os demais da escola.

“Esse caso ocorreu no início do ano de 2018 e, na época, imediatamente tomamos providências e fomos até a escola, convocamos os pais envolvidos e os alunos. Inclusive, os pais da aluna não foram por morar longe, mas, fomos até a residência deles e fizemos uma conversa. Fizemos também contato com o Conselho Tutelar que fez o contato com o MP e foram até a escola junto com a gente”, contou.

Na época, o coordenador disse que foram feitas reuniões com alunos e pais e depois disso não houve mais casos semelhantes na escola. O coordenador não soube informar as idades dos alunos, mas afirmou que a jovem já era maior de idade e não estuda mais na escola.

“E o MP junto com o conselho tomaram para si a incumbência de fazer palestras junto aos alunos sobre sexualidade. Até onde eu saiba tinha ficado tudo resolvido e não sabia que tinha ocorrido denúncia no MP”, concluiu.

G1

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