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Prefeitos acreanos reclamam das dívidas deixadas pelos antecessores

Redação Folha do Acre

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Os novos prefeitos que assumiram, recentemente, os municípios acreanos reclamaram da dívida que herdaram dos antecessores. A prefeita de Senador Guiomard, Rosana Gomes (Progressistas), lamentou o bloqueio de R$600 mil da primeira parcela do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), pela Superintendência da Receita Federal (RF) para pagamento de dívida junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Contou que precisa sentar com a direção da empresa Energisa Acre para renegociar a dívida que ficou do fornecimento de energia elétrica. “O nosso tesoureiro está levantando os débitos existentes”, ponderou.

O prefeito de Assis Brasil, Professor Jerry Correia Marinho (PT), que recebeu apenas R$4.771,93, mas a previsão era de um repasse de FPM de R$600 mil. Sem falar num débito de R$32 milhões, com INSS, porque não sabe como evitar que as contas do município não seja bloqueada. “Temos uma de quase R$ 150 mil de energia elétrica, pois as faturas estão vencidas desde junho do ano passado” desabafou o gestor.

Para o prefeito de Plácido de Castro, professor Camilo da Silva (PSD), não está sendo fácil administrar o municípios, porque o antecessor não deixou nenhum centavo no cofre do Tesouro Municipal. Denunciou que há dois anos, o ex-prefeito Gedeon Barros não vinha fazendo a prestação de contas junto ao Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC).

Revelou que o ex-gestor deixou uma folha de pagamento que consome 71% da receita corrente líquida do município. “Recebemos apenas R$52.648,27 da primeira parcela do nosso FPM”, lamentou.

O prefeito de Epitaciolândia, Sergio Lopes (PSDB), que recebeu quatro tratores de esteira quebrados, só agora conseguiu consertar um deles que estava abandonado em uma oficina da capital acreana para retomar o serviço de recuperação de ramais. Relatou a existência de uma dívida de R$26 milhões com o INSS, mais R$4 mi, em precatórios em execução judicial. “Temos que buscar renegociar estes débitos pendentes para não ter as contas bloqueadas por execuções judiciais”, salientou.

Repasses

A prefeitura de Rio Branco recebeu a maior bolada projetada em R$ R$ 11.820.468,58, seguido de Cruzeiro do Sul que embolsou a quantia de R$ 825.829,46. O município de Brasileia um repasse de R$ 508.276,46, enquanto a prefeitura de Tarauacá a quantia de R$ 496.084,34 e Feijó, com R$ 456.442,61.

As prefeituras de Sena Madureira, Marechal Thaumaturgo e Santa Rosa do Purus nenhum centavo de FPM, pois os recursos foram bloqueados para pagamentos de dívidas pendentes com o governo federal. Os demais municípios ficaram assim distribuídos: Acrelândia, com R$ 285.248,84; Bujari, com R$ 246.217,76; Capixaba, com R$ 228.128,25; Epitaciolândia, com R$ 82.363,74; Jordão R$ 79.486,33; Mâncio Lima, com R$ 256.635,81; Manoel Urbano, com R$ 149.555,44; Porto Acre, com R$ 342.424,88; Porto Walter, com R$ 225.994,91; Rodrigues Alves, com R$ 344.717,43 e Xapuri, com R$ R$ 365.581,19.

A Tribuna

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