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Rio Branco, Acre,

 

Polícia

Em greve, funcionários dos Correios usam caixão para protestar contra privatização

Redação Folha do Acre

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Os servidores da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos no Acre (Correios) estão no oitavo dia de greve contra a privatização da empresa e pela defesa de garantias trabalhistas.

Em novo ato, realizado na manhã desta terça-feira (26), a categoria se reuniu em frente da agência localizada na Avenida Ceará, em Rio Branco. Eles fecharam parcialmente o portão de acesso mas, permitem que as pessoas possam transitar. Os trabalhadores usaram um caixão para protestar contra a privatização.

Em greve por tempo indeterminado desde a noite do último da 17, os servidores fizeram uma carreata pelo Centro de Rio Branco para pedir melhorias de trabalho. Nessa segunda (24), eles fizeram uma manifestação em frente da agência do Centro da capital e chegaram a fechar a unidade durante parte da manhã.

A presidente do Sindicato dos Correios e Telégrafos do Acre (Sintec-AC), Suzy Cristiny, disse que a categoria tem dois pilares principais que motivam a greve.

“Primeiro é contra a precarização dos Correios, contra a privatização, que não é mais nem privatização, é extinção do Correio nacional brasileiro que é isso que está em xeque hoje. Além disso, nós estamos na defesa das nossas garantias trabalhistas porque a sentença normativa do Tribunal Superior do Trabalho (TST) que valia por dois anos foi reduzido o prazo pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na sexta-feira (21). Nós estamos sem nenhum acordo coletivo de trabalho”, pontuou.

Suzy afirmou que a manutenção da greve é para que o governo possa abrir um canal de negociação e eles sentem para que possam conversar e resolver esse impasse.

A presidente do sindicato disse que são pelo menos 79 garantias trabalhistas que envolvem desde os 30% para os carteiros, o ticket alimentação, plano de saúde que, no início, era gratuito porque constava no edital, hoje eles estão pagando 50%.

“Tivemos ataques às garantias das mulheres. A licença maternidade que era de seis meses eles reduziram para quatro meses. O tempo de amamentação, elas tinham um ano para as mulheres terem um período de seis horas para que pudessem ter o trabalho corrido e cuidar da amamentação. Então, é um ataque às condições de trabalho da saúde do trabalhador”, acrescentou.

Com informações do G1

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