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Rio Branco, Acre,

 

Polícia

Menina de 13 anos é morta com tiro de escopeta e crime filmado no Acre

Redação Folha do Acre

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Polícia Civil suspeita que vítima estivesse grávida. Dois homens foram presos e três adolescentes apreendidos na cidade de Epitaciolândia.

A Polícia Civil de Epitaciolândia encontrou, na noite de terça-feira (11), o corpo de uma menina de 13 anos que foi assassinada em uma área de mata da cidade na segunda (10). A vítima foi atraída até o local, morta com um tiro de escopeta e o crime foi filmado.

Dois homens foram presos, entre eles um monitorado por tornozeleira eletrônica que seria um dos mandantes do crime, e três menores, com idades entre 14 e 17 anos, foram apreendidos. A arma usada para matar a menor, uma escopeta, também foi apreendida.

Ao G1, o delegado responsável pelo caso, Luiz Tonini, explicou que a menor fazia parte de uma facção criminosa e queria entrar na facção dos suspeitos para repassar informações. Na segunda, a vítima, que morava em Brasileia, cidade vizinha, saiu com outras duas menores para passar a noite na casa de um dos suspeitos, em Epitaciolândia.

“Descobriram que ela já era uma integrante de uma facção, mas não era matriculada, e queria entrar na outra facção para repassar informações. O monitorado, que era namorado de uma das meninas, recebeu a ordem de outro mandante e repassou para outros três executores. Atraíram ela para o matagal dizendo que iam fazer um ‘corre’, como falam na linguagem deles, e ela acreditou. Quando entraram nesse mato foi feito o anúncio da execução dela com a posterior filmagem. Não localizamos a filmagem porque está no celular de um dos procurados”, destacou.

Denúncia

A polícia soube do crime depois que uma pessoa procurou a delegacia para fazer uma denúncia anônima. Tonini disse que, inicialmente, a polícia não sabia onde estava o corpo e nem que a menor estava sumida, pois a família não relatou o desaparecimento.

“A gente não sabia nem da existência do corpo. A família não relatou o sumiço, era uma menina da vida criminosa, vivia na casa de um e de outro. Encontramos eles [suspeitos], entraram em contradição, achamos a arma do crime e resolveram falar. Disseram que tinham visto o vídeo e saímos procurando até que achamos próximo do rio”, relembrou.

G1

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