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Rio Branco, Acre,

 

Política

Servente de pedreiro desaparece após ser agredido em bar no Acre

Redação Folha do Acre

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Jucivan Martins foi visto pela última vez na madrugada de domingo (12) em um bar no município de Tarauacá.

O servente de pedreiro Jucivan Vasconcelos Martins, de 21 anos, está sem dar notícias para a família desde a madrugada de domingo (12). O rapaz foi visto pela última vez bebendo com algumas pessoas em um bar da cidade de Tarauacá, interior do Acre.

As informações repassadas por um vigilante à família relatam que houve um desentendimento e Martins foi agredido pelo grupo que estava com ele.

O delegado responsável pelo caso, Valdinei Soares, disse que já ouviu três familiares do rapaz sumido. A suspeita, segundo o delegado, é de que Martins tenha sido morto e jogado no Rio Tarauacá, mas que tudo ainda vai ser investigado.

“Determinei que os agentes fossem até o local para checar as câmeras de segurança, mas tive que ir para Feijó ver uma situação de flagrante e não falei com eles ainda. Há o registro de desaparecimento e vamos investigar. Se realmente for comprovada a morte e se colocarem algum suspeitos vamos chamar esse pessoal”, confirmou.

A família registrou um boletim de ocorrência na terça-feira (14) na delegacia da cidade. Nesta quarta (15), José Augusto Vasconcelos, irmão do rapaz, disse que Martins saiu correndo do local e sumiu.

“Estava pagando bebidas para uns rapazes. Parece que derramou bebida nos pés de um dos rapazes e começaram a agredir ele. Saiu correndo para beira do barranco, foram atrás dele e não foi mais visto”, relatou.

Vasconcelos disse que a família já saiu em busca de mais informações, foi até o local onde o irmão foi visto e nada foi achado. O jovem estava sem telefone quando saiu de casa.

“O telefone dele quebrou e estava sem dinheiro para comprar. Estava com mais ou menos de R$ 400 na carteira e pagando bebidas para esses rapazes. Disseram que estavam comprando bebida em um pontão de gasolina”, falou.

O servente de pedreiro mora na casa do irmão, porém, tinha sido aconselhado recentemente a buscar outro lugar para viver devido ao constante uso de bebida alcoólica.

“Ele ficava fora, mas sempre voltava para casa. Falei para buscar outro lugar para morar porque não dava certo, que podia acontecer algo com ele na rua. Desde que falei isso não tinha bebido mais. Não ficou chateado comigo, ficou em casa quando fui para a colônia para passar a Semana Santa”, lamentou.

O familiar acrescentou que conversou com um dos rapazes que estava com Martins no bar. Ele confirmou as agressões, mas alegou que deu apenas um empurrão no jovem e não quis comentar sobre os demais envolvidos.

“Ele não era envolvido com facção, é trabalhador. Quando não está bebendo é uma pessoa super tranquila, não é de briga”, concluiu.

G1

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