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Diretores do Sindmed-AC encontram mais falhas na UPA do Segundo Distrito

Gina Menezes

Publicado

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Os Diretores do Sindicato dos Médicos do Acre (Sindmed-AC) estiveram na tarde de terça-feira (14) na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Segundo Distrito de Rio Branco, local de referência para recebimentos de pacientes com suspeita de coronavírus (Covid-19). Em conversa com os administradores, médicos e enfermeiros, foram detectadas falhas a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).

Na lista de queixas, os profissionais da linha de frente explicaram que não existe protetor facial, e os aventais são finos e pequenos. Para evitar a propagação dentro da própria unidade, os médicos estão arcando com o custo para aquisição de aventais mais longos e de TNT, buscando reduzir de contaminação. 

“Estamos pagando com nosso próprio dinheiro para mandar fazer os aventais em TNT e, mesmo assim, não é o adequado. Os protetores faciais são pouco”, contou um dos filiados que não quis ser identificado por temer punição por contar os problemas.

Os representantes do Sindmed-AC também receberam reclamações da falta de climatização das salas. Outra queixa é a falta de apoio de outras unidades no atendimento inicial para o primeiro diagnóstico do Covid-19, com isso estão chegando pacientes com câncer e com suspeita de coronavírus. Mesmo possuindo baixa imunidade, eles acabam expostos a um ambiente que abriga casos positivos.

Os membros do Sindicato apontaram mais problemas de fluxo na UPA do Segundo Distrito que acaba misturando os casos suspeitos, do grupo de risco e os casos confirmados. O correto seria um atendimento específico para os casos suspeitos em outra unidade de saúde. Para os sindicalistas, a falta de EPIs é grave, podendo comprometer a saúde dos médicos e, consequentemente, os atendimentos em decorrência do afastamento dos profissionais doentes. 

“É importante que EPIs de qualidade sejam disponibilizados. Já há estudos mostrando a relação de contaminação dos profissionais de saúde com o uso de EPIs inadequados, e, também, as falhas de treinamento. Não correto que os colegas sejam obrigados a comprar os próprios equipamentos”, frisou a primeira-secretária do Sindmed-AC, Jacqueline Fecury.

O vice-presidente do Sindmed-AC, Guilherme Pullici, frisou que o sindicato levará todas as demandas até a Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) para que os problemas sejam resolvidos.

“Quem está na linha de frente precisa de equipamentos que são importantíssimos para que possam atender de forma adequada. Vamos levar esses assuntos até a gestão para que sejam solucionados”, finalizou.

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