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Operação Todos em Casa notifica bares e lanchonetes descumprindo decreto em Rio Branco

Redação Folha do Acre

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O planejamento estratégico da operação conta com a atuação de duas equipes policiais no trabalho de quatro horas nos períodos da manhã, tarde e noite

A Direção Geral da Polícia Civil deu início neste final de semana à operação “Todos em Casa”, que tem por objetivo combater a proliferação da Covid-19 (coronavírus), conscientizar a população da importância em se manter em quarentena, além de fiscalizar o cumprimento do decreto governamental que versa sobre a proibição de aglomeração de pessoas em bares, lanchonetes, restaurantes e outros.

O planejamento estratégico da operação conta com a atuação de duas equipes policiais no trabalho de quatro horas nos períodos da manhã, tarde e noite, que irão percorrer todos os bairros da capital levando informações à população sobre os riscos de se contrair a doença e também notificar os estabelecimentos que constam o impedimento de suas atividades no decreto.

Para o delegado-geral da Polícia Civil, José Henrique Maciel Ferreira, a medida se faz necessária já que vários estabelecimentos, principalmente bares e lanchonetes, insistem em se manter abertos.

“Identificamos nas últimas horas que, mesmo após a publicação do decreto governamental, vários bares e outros comércios estão com as portas abertas e com aglomerado de pessoas e isso é um risco muito grande para a proliferação da infecção do coronavírus. Neste momento é preciso a compreensão de todos”, enfatizou Henrique Maciel.

Na primeira ação da Polícia Civil por meio da “Todos em Casa”, foi realizada uma varredura na região do Segundo Distrito, Baixada da Sobral e bairro Bosque.

No Bosque, o proprietário do bar foi notificado por estar com o estabelecimento aberto com cerca de 10 clientes bebendo tranquilamente. No Segundo Distrito, duas lanchonetes foram advertidas pois estavam atendendo clientes normalmente. Participantes de duas festas com dezenas de pessoas também foram advertidos sobre a proibição de aglomeração de pessoas e até uma igreja localizada no Ramal da Zezé, onde os fiéis se preparavam para iniciar o culto, teve que encerrar as atividades.

“Os proprietários de lanchonetes e similares podem continuar vendendo normalmente seus produtos, desde que em sistema de delivery, ou que o cliente não consuma o produto no local, ou seja, o cliente compra o lanche, salgadinho, churrasquinho, e leva para comer em casa. O momento é difícil para todos, mas temos que nos conscientizar sobre a importância da prevenção. Quanto menos pessoas estiverem circulando nas ruas o número de infectados por este vírus será menor”, alertou o delegado-geral.

Secom

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